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O uso de agentes autônomos vem para suprir um cenário de vendas B2B cada vez mais competitivo e digital, onde a velocidade de resposta e a eficiência nos processos de qualificação tornaram-se ativos estratégicos. Com o ciclo de vendas mais complexo e consultivo, empresas que automatizam o primeiro contato sem perder o contexto comercial ganham uma vantagem relevante. É nesse ponto que entram os agentes autônomos.

O que são agentes autônomos e por que eles importam no B2B

Diferente de um chatbot tradicional que apenas responde comandos pré-definidos, o agente autônomo atua como uma extensão inteligente da equipe de vendas. Ele dá sequência em conversas, coleta dados, analisa o contexto, interage com múltiplas integrações (como CRM e plataformas de automação de marketing) e entrega o lead qualificado para o vendedor, já com contexto e próximos passos definidos.

Esse não é apenas um diferencial técnico: é uma resposta direta ao comportamento atual do comprador B2B, que exige agilidade, personalização e experiência fluida.

3 passos práticos para integrar agentes autônomos na jornada de vendas

1. Mapeie os pontos de contato da sua jornada comercial

Todo processo de vendas tem gargalos. Normalmente, eles estão concentrados em:

Ao identificar esses pontos, você tem clareza sobre onde a automação com os agentes autônomos pode atuar com mais impacto, em um mercado B2B cada vez mais exigente.

2. Crie fluxos inteligentes com foco no contexto

Um bom agente autônomo não é apenas "resposta automática". Ele deve guiar o lead com base em:

3. Integre com CRM e alinhe com seu time de vendas

A integração com o CRM é fundamental para que o vendedor receba os leads com todas as informações em mãos. Não basta gerar dados: é preciso garantir que eles vão acelerar a tomada de decisão. Além disso, o time precisa entender como usar o agente a favor das metas.

O que muda na prática no mercado B2B

Empresas que implementam agentes autônomos em seus processos de vendas relatam:

Agentes autônomos não são mais uma tendência futurista, são uma necessidade real em um mercado B2B cada vez mais pressionado por agilidade e resultado. Integrá-los à sua operação comercial é dar um passo rumo a um funil mais inteligente, escalável e centrado na experiência do cliente.

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Nem todo lead que responde está pronto para comprar imediatamente, e isso representa uma oportunidade valiosa para nutrir esses contatos de forma estratégica, transformando interesse inicial em relacionamentos duradouros e clientes fiéis.

No universo das vendas, compreender que a decisão de compra é muitas vezes gradual pode ser o diferencial entre estagnar e crescer. Muitos leads entram em contato apenas para entender, comparar ou tirar dúvidas. Essa fase não deve ser encarada como um obstáculo, mas como o momento ideal para investir em relacionamento, fortalecendo a confiança e guiando o potencial cliente ao longo da jornada de compra.

O desafio: leads que não estão prontos para comprar

De acordo com estudo da Salesforce, 79% dos leads gerados pelo marketing nunca chegam a ser convertidos em vendas. Isso mostra que o ciclo do cliente demanda mais do que uma abordagem direta e insistente.

Apesar da pressão por resultados rápidos, muitas equipes acabam descartando esses contatos. Mas a verdade é que, quando bem conduzidos, esses leads têm grande potencial para se tornarem clientes valiosos no médio e longo prazo.

Por que nutrir leads é essencial?

Nutrir leads é construir relacionamento, entregar valor e educar o potencial cliente ao longo do tempo.

Segundo pesquisa da Forrester, empresas que adotam estratégias de nutrição de leads geram 50% mais vendas com custos 33% menores.

Além disso, leads que recebem conteúdos relevantes durante a jornada criam maior proximidade com a marca, aumentando as chances de compra futura.

Conteúdo de valor é a base para nutrir leads

Em vez de tentar vender imediatamente, ofereça informações que ajudem o lead a entender melhor seu produto, mercado ou solução. Isso constrói confiança e posiciona sua marca como especialista, facilitando o avanço do lead ao longo do funil.

Segmentação inteligente para relevância

Nem todos os leads têm o mesmo perfil ou necessidade. Usar dados comportamentais e demográficos para segmentar contatos e enviar mensagens personalizadas torna a nutrição mais eficiente e eficaz.

Automação para nutrição consistente e escalável

O uso de automação permite enviar conteúdos relevantes em cadências programadas, mantendo o lead engajado sem sobrecarregar a equipe comercial. Essa estratégia é fundamental para nutrir um grande volume de leads com qualidade e inteligência.

A jornada de vendas não termina no primeiro “não”

É importante lembrar que o “não” inicial pode significar apenas “não agora”. Com estratégias adequadas, sua empresa pode:

Ferramentas que fazem a diferença

Sistemas de CRM integrados com automação e inteligência conversacional permitem monitorar o comportamento dos leads, segmentar a comunicação e escalar o relacionamento sem perder a personalização.

Por exemplo, agentes autônomos respondem dúvidas básicas imediatamente e qualificam leads para que o time de vendas se concentre em negociações mais complexas, aumentando a eficiência da nutrição.

Métricas para acompanhar

Para garantir que a nutrição está funcionando, acompanhe:

Nutrir leads é transformar interesse em vendas reais

Empresas que compreendem que nem todo lead está pronto para comprar agora, mas que toda interação pode gerar valor, estão à frente da concorrência. A chave está em investir em uma jornada estratégica, com automação inteligente e foco na experiência do cliente para manter o relacionamento ativo e qualificado.

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Sistemas de inteligência artificial que tomam decisões de forma independente já fazem parte do cotidiano de consumidores e empresas. Segundo relatório da Research Nester, o mercado global de agentes autônomos deve saltar de US$ 7,84 bilhões em 2025 para US$ 783,27 bilhões até 2037.

O mercado global de agentes autônomos, sistemas de inteligência artificial capazes de tomar decisões e executar tarefas sem intervenção humana constante, deve expandir de US$ 7,84 bilhões, em 2025, para US$ 783,27 bilhões até 2037. A projeção faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Research Nester.

De acordo com o relatório, o crescimento do setor, com taxa média anual (CAGR) estimada em 42,5%, reflete a rápida adoção de tecnologias autônomas em diversos setores da economia.

Os números revelam a dimensão dessa transformação. De acordo com pesquisa global do Capgemini Research Institute, 32% dos executivos colocaram os agentes de inteligência artificial como a principal tendência tecnológica para 2025. Já segundo a National Retail Federation, os agentes de IA foram colocados como protagonistas do varejo ainda este ano,

Álvaro Magri, mestre em Ciência da Computação, pesquisador em bioinformática e CTO da Hablla, explica que o avanço foi incorporado ao cotidiano de forma gradual. "Quando um usuário pede a uma assistente virtual para tocar uma música ou recebe uma sugestão de filme personalizada em uma plataforma de streaming, há um agente autônomo processando dados e tomando decisões de forma independente", afirma.

Impacto nas empresas

A expectativa gerada pelo consumidor de ter interações digitais mais customizadas, personalizadas e proativas também pressiona empresas a adotarem soluções com maior nível de automação e inteligência. Estudo da McKinsey aponta que 71% dos consumidores esperam interações personalizadas e 76% se decepcionam quando elas não acontecem.

"O mercado tem demandado soluções que vão além da simples automação. Existe uma busca por experiências que utilizem o contexto e a intenção da conversa para gerar respostas mais assertivas", explica Marcus Barboza, Chief Revenue Officer da Hablla.

A startup brasileira desenvolveu uma plataforma de Marketing Conversacional Integrado (MCI), que incorpora agentes autônomos para gerenciar interações em canais como WhatsApp, centralizando atendimento, marketing e vendas.

"Quando falamos de agentes autônomos, não estamos falando de robôs que substituem pessoas, mas de parceiros inteligentes que amplificam nossa capacidade de criar conexões reais com clientes", explica Marcus. "É a diferença entre ter um atendente automático que segue um script rígido e ter um assistente inteligente que entende contexto, personaliza abordagens e aprende com cada interação".

Perspectivas futuras

Além do crescimento em volume de mercado, o avanço dos agentes autônomos também aponta para uma transformação no modelo de trabalho. De acordo com a pesquisa feita pela Inc. e Salesforce, 91% dos executivos estão otimistas sobre como a inteligência artificial ajudará seus negócios daqui para frente.

Para Álvaro, a tendência é que os agentes autônomos passem a atuar como extensões das equipes humanas, ampliando a capacidade de atendimento e resposta das empresas. "A evolução não está na substituição de pessoas, mas na criação de recursos que potencializam a produtividade e a capacidade de análise", afirma.

A era dos agentes autônomos, segundo o especialista, “já faz parte da realidade tecnológica de empresas e consumidores, com impactos diretos nas estratégias comerciais e operacionais de diferentes segmentos”.

A era do vendedor que dependia apenas de carisma e feeling já ficou para trás. Hoje, empresas que querem vender mais e melhor precisam de processo, dados e tecnologia. É aqui que entra o Inside Sales inteligente, impulsionado por automação e inteligência conversacional.

Mas atenção: automação não é sinônimo de desumanização. Pelo contrário, quando bem usada, ela aproxima, educa e prepara o cliente para conversas de alto valor com o time comercial.

O que é Inside Sales inteligente?

Inside Sales é o modelo de vendas consultivas feito remotamente, com times especializados em conduzir negociações por canais digitais (como WhatsApp, e-mail e videoconferência). Quando esse processo é estruturado com automação, dados e inteligência, ele se torna escalável, previsível e muito mais eficiente.

Sendo assim, é o fim das abordagens frias e aleatórias, e o início de um relacionamento comercial mais relevante e estratégico.

Por que automação é essencial no Inside Sales?

A automação, quando aplicada com inteligência, resolve três grandes gargalos da operação comercial:

1. Agilidade no atendimento

Um estudo da Harvard Business Review revelou que empresas que respondem leads nos primeiros 5 minutos aumentam significativamente as chances de conversão e faturamento. Porém, poucos times conseguem manter esse tempo de resposta manualmente.

Com um agente conversacional autônomo, você garante atendimento imediato, 24/7. Inclusive, sem depender da agenda do SDR.

2. Nutrição inteligente (sem sobrecarregar o time humano)

Nem todo lead está pronto para comprar, e tentar forçar isso só desgasta o processo. A automação permite criar cadências personalizadas, com fluxos de mensagens que educam e engajam cada perfil de lead conforme seu nível de interesse.

Assim, o time humano pode focar sua atenção em conversas estratégicas com leads qualificados.

3. Controle da jornada e previsibilidade

Com automação, cada passo do lead é mapeado no CRM: mensagens, cliques, tempo de resposta, perfil de interesse, etc. Por isso, é possível segmentar, priorizar e prever resultados com muito mais clareza.

Ou seja, você deixa de “apostar” em vendas e começa a gerenciá-las com dados reais.

Inside Sales Inteligente na prática

Um modelo de Inside Sales inteligente pode seguir essa estrutura:

🔁 Agente autônomo no primeiro contato

🧠 Segmentação de funis por objetivo

⏱ Cadências automatizadas com reativações

📊 Painéis e relatórios em tempo real

Vendedor certo, na hora certa, com lead certo.

A inteligência conversacional e os fluxos automatizados não existem para eliminar o trabalho humano, mas sim para que ele seja mais estratégico e consultivo. No lugar de ficar o dia todo respondendo dúvidas repetitivas, seu time pode atuar com foco, intenção e excelência.

Portanto, a automação bem feita prepara o cliente para a conversa e coloca o vendedor no centro da decisão.

Mais eficiência e controle para transformar resultados

Se sua empresa ainda opera com vendas presenciais, dependentes de abordagens reativas e sem controle da jornada, está perdendo escala, previsibilidade e, principalmente, oportunidades qualificadas.

O Inside Sales inteligente, com automação aplicada em pontos-chave da jornada, transforma o modelo de vendas em uma experiência eficiente para o time e encantadora para o cliente.

É hora de vender com estratégia. Descubra como aplicar o Inside Sales Inteligente no seu negócio. Clique aqui e vamos conversar!

Na era da transformação digital, a experiência do cliente é mais do que um diferencial, é uma necessidade. Empresas que conseguem unir automação inteligente com atendimento personalizado saem na frente, entregando rapidez, eficiência e relevância em cada etapa da jornada. A Hablla é um exemplo real de como o Marketing Conversacional Integrado (MCI) pode ser a chave para escalar vendas e otimizar processos, mantendo a proximidade e a qualidade no relacionamento.

Entendendo o desafio: escalar sem perder a essência

Como uma empresa que oferece soluções de inteligência conversacional, a Hablla sabia que precisava provar sua metodologia na prática. O desafio era claro: crescer as vendas sem depender exclusivamente de SDRs humanos, sem abrir mão da consultoria personalizada e, ao mesmo tempo, garantir um atendimento fluido para diferentes públicos, desde leads que chegam pelo site até parceiros e contas gratuitas.

Além disso, era fundamental integrar as áreas internas e processos, garantindo governança e controle, mesmo em projetos complexos como a certificação ISO.

A solução inteligente: aplicar o MCI dentro da própria operação

O caminho escolhido foi usar o Marketing Conversacional Integrado para automatizar todo o ciclo comercial. Isso significa que um agente autônomo conversa com o lead desde o primeiro contato, qualificando, agendando reuniões, enviando propostas e até coletando a assinatura digital do contrato.

Ao mesmo tempo, o onboarding dos clientes acontece de forma guiada e automatizada, entregando valor de imediato. Para as contas gratuitas, a plataforma garante que o cliente tenha suporte e tutoriais, criando oportunidades para a equipe comercial atuar com inteligência, só quando necessário.

Outro ponto essencial foi a gestão dos leads gerados pelos parceiros, que têm prioridade para trabalhar as oportunidades, evitando conflitos e fortalecendo as relações.

Por fim, todas as áreas da Hablla, do marketing ao jurídico, passaram a operar dentro da própria plataforma, com total controle, histórico e governança.

O que isso significa para você, cliente e gestor?

Quando uma empresa consegue automatizar as etapas iniciais do funil, libera sua equipe para focar no que realmente importa: leads com alto potencial e necessidades específicas que demandam atenção humana. Isso não só torna o atendimento mais ágil, mas também mais assertivo.

Imagine não precisar esperar horas ou dias para receber uma resposta básica, porque o agente autônomo já está ali, pronto para ajudar, entender o que você precisa e encaminhar para o time certo quando o momento chegar.

Além disso, com toda a jornada acompanhada e integrada, as chances de retrabalho, erros e desencontros são drasticamente reduzidas. A experiência fica mais fluida, sem aquela sensação de repetir informações ou começar do zero a cada novo contato.

Resultados reais do MCI que falam por si

A Hablla conseguiu reduzir em mais de 60% o tempo entre a conversão do lead e a ativação do cliente, eliminando gargalos no funil. A pré-venda é 100% automatizada, sem perder a personalização. E o acompanhamento completo dos canais e campanhas permite ajustes em tempo real, garantindo que cada esforço esteja alinhado com os resultados esperados.

Além disso, a gestão interna fica mais transparente e eficiente, com todas as áreas integradas na plataforma. Assim, fortalece a governança e a conformidade, aspectos que impactam diretamente na segurança e confiança dos clientes.

Marketing Conversacional Integrado com Cliente no Centro

Mais do que tecnologia, o Marketing Conversacional Integrado é uma estratégia que coloca o cliente no centro, entendendo suas necessidades e oferecendo respostas rápidas, contextualizadas e humanas. A Hablla é a prova de que é possível escalar operações complexas, com eficiência e cuidado.

Portanto, se você busca uma forma de otimizar seu funil de vendas sem perder a qualidade no atendimento, vale a pena repensar como a automação inteligente pode estar alinhada à sua estratégia.

Quer levar sua estratégia para o próximo nível?

Entre em contato com a Hablla e descubra como aplicar o MCI no seu negócio.

Quando o assunto é transformação digital na comunicação entre empresas e clientes, termos como marketing conversacional, atendimento omnichannel, integrações e CRM estão cada vez mais presentes. Mas como esses conceitos se aplicam de fato ao dia a dia de equipes de marketing, vendas e tecnologia? Mais do que buzzwords, essas soluções representam uma evolução no relacionamento com o cliente.

Neste artigo, vamos aprofundar cada conceito e mostrar como, juntos, eles compõem uma estratégia de comunicação inteligente e orientada a resultados.

Marketing Conversacional: relacionamento que gera conversão

Marketing Conversacional é uma abordagem centrada na conversa como canal principal de relacionamento com o cliente. Diferente do marketing tradicional, que é majoritariamente unidirecional, aqui a interação é bilateral e acontece em tempo real, com foco em gerar experiências personalizadas, aumentar o engajamento e acelerar o ciclo de vendas.

Na prática, isso significa usar canais como WhatsApp, Instagram, Messenger e chat do site para nutrir, qualificar e converter leads com agilidade. E mais do que responder perguntas, é integrar essas conversas com dados do CRM e fluxos de automação para transformar o atendimento em uma jornada inteligente.

De acordo com a Salesforce, 70% dos entrevistados afirmam que processos conectados, representados por comunicação fluída entre departamentos/canais de relacionamento e interação contextualizada com base em atendimentos anteriores são muito importantes para se tornar ou se manter cliente de uma empresa. O marketing conversacional é uma resposta direta a esse comportamento.

Atendimento Omnichannel: estar onde o cliente está (de forma integrada)

Omnichannel não é apenas estar em vários canais, mas garantir que todas as conversas ocorram de forma integrada e coerente, independentemente do ponto de contato. O cliente pode iniciar um atendimento pelo Instagram, seguir pelo WhatsApp e finalizar por e-mail sem perder o histórico ou a continuidade do atendimento.

Para o time de vendas e suporte, isso representa ganho de produtividade e visão 360º sobre o cliente. Para o cliente, significa menos fricção, mais agilidade e uma experiência de marca mais fluida.

Integração: dados que conversam entre si

A verdadeira eficácia do marketing conversacional depende da capacidade da plataforma em integrar dados de diferentes fontes. Isso inclui CRMs, ERPs, landing pages, e-commerce, ferramentas de BI e muito mais.

Com integrações inteligentes, é possível, por exemplo:

Com integração no DNA, a Hablla oferece infraestrutura flexível para facilitar a conexão com sistemas essenciais aos fluxos de marketing, vendas e atendimento.

CRM: organização e inteligência comercial

Ter um CRM integrado à estratégia de atendimento não é mais um diferencial, é essencial. Ele centraliza as informações dos leads e clientes, registra o histórico das interações e orienta decisões baseadas em dados.

Na Hablla, o CRM nativo atua de forma integrada aos canais de atendimento e às automações. Assim, é possível visualizar o funil de vendas, movimentar cards automaticamente com base em eventos de conversa e acionar fluxos de nutrição ou reengajamento conforme o estágio do lead.

Marketing Conversacional como centro da estratégia integrada

Pode parecer complexo lidar com tantos conceitos e ferramentas. Mas é exatamente aqui que entra o diferencial da Hablla: uma plataforma completa, que une marketing conversacional, atendimento omnichannel, automação, integrações e CRM de forma simples, intuitiva e personalizável.

Empresas que adotam esse modelo conseguem escalar o atendimento, reduzir custos operacionais e aumentar as conversões com base em dados reais e interações significativas.

Quer ver isso na prática? Fale com nosso time e conheça a Hablla.

Se você tem uma empresa e ainda não usa o WhatsApp como canal estratégico de comunicação com seus clientes, vale a pena repensar sua estratégia.

Não estamos mais falando de uma tendência, e sim de uma realidade consolidada. O Brasil é o país que mais utiliza o WhatsApp no mundo, com pelo menos 165 milhões de usuários ativos, segundo o relatório Digital Brazil 2022.

Mais do que números impressionantes, o que realmente chama atenção é o comportamento do consumidor: 54% dos brasileiros preferem se comunicar com marcas diretamente pelo aplicativo, de acordo com o estudo CX Trends 2024. E esse hábito é global — 80% dos consumidores no mundo dizem preferir mensagens em vez de ligações ou e-mails para se relacionar com empresas, segundo pesquisa do Boston Consulting Group (BCG).

Conversar virou a nova forma de vender e atender

Durante muito tempo, as empresas apostaram em canais formais, como SACs, formulários e e-mails. Mas o comportamento do consumidor mudou, e com ele, as expectativas. As pessoas querem agilidade, resolutividade e personalização. E nada entrega isso com mais naturalidade do que uma boa conversa.

O WhatsApp, nesse contexto, deixou de ser apenas um aplicativo de mensagens. Ele se tornou uma verdadeira plataforma de experiência e consumo. Como destacou Guilherme Horn, head de mercados estratégicos do WhatsApp para Brasil, Índia e Indonésia, durante a MasterClass “Como construir marca usando WhatsApp”: “Cada vez mais, veremos funções que hoje estão dentro de aplicativos migrando para conversas no WhatsApp”.

Essa afirmação reforça que o app está assumindo o papel de interface principal entre pessoas e empresas, tornando-se o ponto central de interação e relacionamento no ambiente digital.

Jornada do cliente no WhatsApp: tudo dentro da conversa

Imagine poder fazer tudo isso no mesmo canal:

Tudo isso dentro do mesmo canal e, melhor ainda, na mesma conversa. Isso já é realidade para muitas marcas que apostaram no marketing conversacional e na automação com inteligência artificial.

Mas calma: não estamos falando de robôs frios e impessoais. A evolução da tecnologia permite construir fluxos que simulam uma conversa humana, com linguagem natural, empatia e capacidade de resolver problemas reais.

Por que sua empresa precisa estar no WhatsApp?

Empresas que já estão adotando essa abordagem ganham vantagem competitiva em vários aspectos:

Além disso, tudo o que acontece no WhatsApp pode ser usado como dado para entender melhor o cliente e aprimorar a estratégia comercial.

Como começar a aplicar isso na sua empresa?

A primeira etapa é entender que o WhatsApp não é só mais um canal de atendimento. Ele pode ser o centro de uma estratégia completa de comunicação, vendas e relacionamento.

Com a Hablla, por exemplo, é possível estruturar toda uma jornada conversacional, integrando marketing, vendas e pós-venda, em um só lugar. A plataforma utiliza inteligência artificial, CRM e dados em tempo real para transformar cada conversa em uma oportunidade de negócio.

Transforme conversas em resultados

O WhatsApp está moldando o futuro da comunicação entre marcas e consumidores. E empresas que não se adaptarem a essa nova realidade estarão cada vez mais distantes das expectativas dos seus clientes.

A boa notícia? Nunca foi tão fácil dar os primeiros passos. Com as soluções certas, sua empresa pode transformar o WhatsApp em um dos maiores aliados para crescer com eficiência, inteligência e proximidade.

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Na Hablla, acreditamos que a IA e tecnologia não deve ser um privilégio de grandes empresas ou de quem tem acesso a recursos ilimitados. Nossa missão é clara: democratizar a inteligência artificial e a tecnologia, tornando essas ferramentas poderosas acessíveis e úteis para empresas de todos os tamanhos, sem complicação.

A transformação digital é uma realidade que já está moldando o futuro dos negócios. A tecnologia, especialmente a inteligência artificial, oferece um potencial imenso para otimizar processos, melhorar o atendimento ao cliente e, claro, impulsionar as vendas. No entanto, muitos ainda acreditam que essas inovações são complexas demais ou só disponíveis para grandes corporações com equipes técnicas especializadas. Na Hablla, trabalhamos para mudar essa perspectiva, tornando essas soluções acessíveis e simples de usar para qualquer tipo de empresa.

Como democratizamos a IA e a Tecnologia?

A missão de democratizar a IA e a tecnologia é traduzida em ações concretas no dia a dia da Hablla. Por isso, nosso foco está em criar ferramentas que sejam intuitivas, acessíveis e que se integrem facilmente aos processos de negócios. Veja como estamos tornando isso possível:

Empoderando pessoas e promovendo a inclusão digital com IA e Tecnologia

Na Hablla, acreditamos que a democratização da tecnologia não deve se restringir ao ambiente corporativo. Desse modo, nossa missão também é empoderar pessoas, promover a inclusão digital e contribuir para um mundo onde todos possam aproveitar o melhor que a tecnologia tem a oferecer. Queremos criar um ambiente onde as pequenas empresas possam competir de igual para igual com os grandes players do mercado, utilizando ferramentas avançadas de forma simples e acessível.

Estamos comprometidos em criar um impacto positivo não apenas nas empresas, mas também nas comunidades e nas pessoas que estão em busca de desenvolvimento e aprendizado. Por isso, trabalhamos constantemente para reduzir a complexidade das ferramentas e garantir que mais pessoas possam ter acesso à inovação tecnológica.

Um futuro mais conectado e eficiente

A Hablla acredita em um futuro onde a IA e a tecnologia é um meio de empoderar e conectar pessoas e empresas, e não um obstáculo. Portanto, nossa missão é continuar a simplificar a inteligência artificial e torná-la uma realidade acessível a todos.

Quer fazer parte dessa transformação? Junte-se a nós na missão de criar um futuro mais conectado, acessível e eficiente, onde a inovação não tem fronteiras. Saiba mais em https://hablla.com

Com a crescente demanda por talentos no setor de tecnologia, empresas e universidades têm buscado formas de reduzir o déficit de profissionais qualificados. Nesse contexto, Hablla e UNESP firmaram parceria para aproximar estudantes do mercado de trabalho e alinhar a formação acadêmica às necessidades do setor.

A constante evolução do mercado de tecnologia também trouxe um desafio: a escassez de profissionais qualificados. O Brasil forma, anualmente, cerca de 53 mil profissionais de Tecnologia da Informação, enquanto a demanda média por essa mão de obra é de 159 mil. Além disso, em 2023, o país investiu aproximadamente US$ 50 bilhões em tecnologia da informação, conforme estudo da ABES. No entanto, mesmo com esse alto índice de investimento, muitas empresas enfrentam dificuldades em encontrar talentos com as habilidades necessárias para preencher essas posições.

Para reduzir essa lacuna, algumas empresas têm optado por soluções internas para qualificar suas equipes ou por parcerias com instituições de ensino. A Universidade Estadual Paulista (UNESP) é uma das instituições que abriu espaço para colaborações com o setor privado. Em 2024, a universidade firmou uma parceria com a Hablla, startup de marketing conversacional generativo, buscando oferecer aos alunos uma formação mais alinhada à prática do mercado de trabalho.

Evasão de estudantes impacta no mercado de trabalho

Além da falta de profissionais qualificados, a queda no interesse de jovens em ingressar no ensino superior, especialmente em áreas técnicas, tem se tornado um fator que agrava o déficit de mão de obra no setor de tecnologia, segundo Adriana Barbosa Santos, Professora Assistente Doutora do Departamento de Ciências de Computação e Estatística da UNESP. "A evasão nos primeiros anos de curso tem aumentado, em parte, devido ao descompasso entre a expectativa dos estudantes antes de ingressarem na universidade e a realidade do dia a dia acadêmico”.

Ela destaca que, para reduzir esse problema, a aproximação entre empresas e instituições de ensino pode ser uma estratégia relevante. "As parcerias são uma forma de criar uma cultura de valorização da formação técnica, ajudando os estudantes a se sintonizarem com as reais demandas do mercado", afirma.

Importância da ponte entre teoria e prática 

Nesse contexto, o estágio e a experiência prática se tornam elementos essenciais na formação dos futuros profissionais. Bruno Vinicius Veronez de Jesus, estagiário na Hablla e estudante de Ciência da Computação, destaca que o estágio tem sido crucial para sua trajetória acadêmica. "A experiência foi essencial para a minha formação. Pude aplicar os conhecimentos que vi na teoria e no desenvolvimento de projetos na universidade", relata Bruno. Além disso, ele reforça a importância da comunicação, uma habilidade que considera fundamental na área de tecnologia. "Aprendi a me comunicar melhor com a equipe, entender as diferentes formas de expressar ideias e ter paciência para abordar cada pessoa de maneira eficaz", afirma.

A estagiária Lara Cesquini Stopa compartilha uma visão semelhante. "A adaptação entre teoria e prática tem sido muito interessante, porque aprendi coisas que não vi na faculdade e pude aplicar a lógica de programação de uma maneira muito mais prática", comenta. Ela também destaca a relevância do trabalho em equipe: "Aprendi como é trabalhar em um projeto com outras pessoas, cada uma com suas responsabilidades, e isso me preparou para um futuro profissional mais colaborativo".

Essas experiências vão ao encontro da visão da professora Adriana sobre a importância da parceria entre empresas e universidades. "Ao promover o amadurecimento acadêmico, técnico e pessoal do estagiário, esse tipo de experiência acelera o desenvolvimento tanto das habilidades técnicas (hard skills) quanto das comportamentais (soft skills), seja direta ou indiretamente", explica.

Preparação desde a base pode minimizar déficit de profissionais qualificados 

A pesquisa Força de Trabalho 2.0, da Mercer, aponta que 48% dos líderes de recursos humanos veem a falta de habilidades como uma ameaça aos negócios. Essa percepção tem levado empresas a buscar estratégias para desenvolver seus profissionais desde a base. A parceria entre a Hablla e a UNESP, por exemplo, também tem como objetivo reduzir o déficit de profissionais qualificados no setor de tecnologia.

Adriana ainda destaca que iniciativas voltadas para a qualificação desde cedo podem ser uma das soluções para minimizar a escassez de profissionais. "Promover uma interação mais efetiva entre empresas, universidades e também escolas públicas é um caminho importante para entender quais são as lacunas de formação que ainda precisam ser trabalhadas".

Álvaro Magri, CTO da Hablla e ex-aluno, mestre e doutorando pela UNESP, explica que a parceria surgiu para contribuir na redução dessa disparidade, desenvolvendo novos talentos em um ambiente que une inovação e formação. "Além disso, a Hablla planeja replicar o modelo em outras universidades, criando uma rede de colaboração acadêmico-profissional", afirma Magri.

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