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Plataforma certificada pela Meta como Business Solution Provider entrega controle granular sobre prazos de resposta, dashboards integrados e alertas automáticos para operações comerciais e de suporte no WhatsApp e outros canais

A Hablla, startup de IA, com metodologia de marketing conversacional integrado, sediada em São Paulo e certificada pela Meta como Business Solution Provider (BSP), implementou na plataforma um módulo de gerenciamento de SLA (Service Level Agreement) que permite às empresas definir, monitorar e receber alertas sobre os prazos de atendimento em canais como WhatsApp, Instagram, Facebook, e-mail e chat, sem a necessidade de ferramentas externas.

O Decreto nº 11.034/2022, conhecido como Lei do SAC, estabelece que empresas devem dar resposta efetiva às demandas dos consumidores no prazo máximo de 7 dias corridos. A legislação aplica-se a todas as empresas que fornecem produtos ou serviços no Brasil, independentemente do porte ou segmento. Para empresas que operam com atendimento via canais digitais como o WhatsApp, o cumprimento do SLA não é apenas um compromisso comercial, mas uma obrigação legal com potencial de gerar sanções em caso de descumprimento.

A Hablla estrutura internamente três níveis de SLA para suas operações e para os clientes da plataforma. O primeiro é o compliance legal, que atende ao prazo determinado pela legislação. O segundo é o SLA competitivo, que trabalha com tempos de primeira resposta de até 5 minutos no WhatsApp e resolução em até 1 hora. O terceiro é o que a empresa denomina SLA Inteligente, que combina triagem automática, resposta contextual e transbordo para atendimento humano quando necessário.

“A regulamentação define o piso legal, mas não define o comportamento do cliente. Na prática, um cliente que não recebe resposta rápida não espera até o limite legal: ele vai para a concorrência. O SLA configurável nos permite entregar para cada empresa um controle preciso sobre esse comportamento”, Marcus Barboza, CRO e cofundador da Hablla.

Como o módulo de SLA funciona na plataforma

O gerenciamento de SLA da Hablla é configurável por setor, por tipo de atendimento e por canal. Administradores podem definir prazos de primeira resposta, tempo máximo de resolução e critérios de prioridade dentro da própria plataforma. Quando um atendimento se aproxima do limite ou ultrapassa o prazo definido, o sistema gera alertas automáticos para os responsáveis, sem a necessidade de monitoramento manual.

Os dados de SLA são exibidos nos dashboards da plataforma em tempo real. O painel apresenta o tempo médio de primeira resposta, a taxa de atendimentos resolvidos dentro do prazo, o CSAT (índice de satisfação do cliente) e o FCR (resolução no primeiro contato), organizados por setor, usuário e período. Essas métricas são geradas automaticamente a partir das conversações registradas nos canais conectados à plataforma.

Entre os indicadores disponíveis no dashboard de SLA da Hablla estão o tempo de primeira resposta, que mede o intervalo entre o recebimento da mensagem e a primeira resposta em operações comerciais e de suporte, e o tempo de resolução, que registra a duração total do atendimento até o fechamento em áreas de suporte. O painel também apresenta o CSAT, índice de satisfação do cliente por atendimento aplicado a operações comerciais e de suporte, e o FCR, taxa de atendimentos resolvidos no primeiro contato utilizada em suporte. O sistema gera alertas de SLA com notificações automáticas quando o prazo se aproxima ou é ultrapassado, aplicáveis a operações comerciais e de suporte. Todos os dados podem ser segmentados por setor, usuário, canal e período através de filtros configuráveis para gestão.

"O dashboard não é um relatório passivo. Ele funciona como um painel de controle da operação. Quando um atendimento está fora do SLA, o gestor vê isso em tempo real e pode redistribuir, priorizar ou intervir antes que isso afete a experiência do cliente", explica Alvaro Magri, CTO e cofundador da Hablla.

SLA aplicado em operação omnichannel

O monitoramento de SLA da Hablla funciona de forma integrada em todos os canais conectados à plataforma. Isso significa que uma empresa que atende pelo WhatsApp, Instagram e e-mail simultaneamente consegue aplicar prazos diferentes por canal e visualizar o desempenho de cada um no mesmo dashboard, sem fragmentação de dados.

70% das empresas brasileiras utilizam o WhatsApp como canal comercial, segundo dados da Opinion Box. No contexto de uma operação que concentra vendas, suporte e relacionamento pós-venda em uma única plataforma de mensagens, o controle de tempo de resposta passa a ser um fator diretamente vinculado à taxa de conversão e à retenção de clientes.

“Quando uma empresa define um SLA de 5 minutos para primeira resposta no WhatsApp e não tem ferramenta para medir isso, o SLA não existe na prática. O que a Hablla entrega é a visibilidade que transforma um acordo interno em uma operação real e mensurável”, Rodrigo Xavier, CEO e cofundador da Hablla.

Dados da operação da Hablla

A Hablla reporta atualmente mais de 30 milhões de atendimentos processados pela plataforma, com 13.600 usuários ativos e mais de 285 milhões de mensagens trocadas. A empresa opera com mais de 68 milhões de execuções de fluxo de automação registradas até a data de publicação deste release.

A plataforma oferece integração com sistemas externos via API, incluindo ERP e CRM de terceiros, permitindo que os dados de SLA sejam consolidados junto com informações de outras áreas da operação comercial.

Conformidade e segurança

A Hablla é certificada pela Meta como Business Solution Provider, o que garante que as operações realizadas pela plataforma no WhatsApp Business API estão em conformidade com as políticas da Meta. A empresa também opera em acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Lei nº 13.709/2018, utilizando medidas técnicas de segurança para preservar a inviolabilidade dos dados dos usuários.

Implementar smarketing na operação elimina os principais atritos entre marketing e vendas de forma estratégica.

Se você já ouviu alguma dessas frases: "O marketing não gera leads qualificados." "Vendas não dá follow-up nos leads que a gente manda.",  sabe exatamente do que estamos falando. 

O atrito entre marketing e vendas é um dos maiores obstáculos para o crescimento de empresas que vendem online, e também um dos mais fáceis de resolver quando você tem as ferramentas certas. 

Smarketing (Sales + Marketing) é o conceito que une essas duas áreas em torno de processos integrados, dados compartilhados e objetivos comuns. A boa notícia? A automação inteligente elimina a maioria dos atritos que impedem essa integração.

Entenda os 5 principais pontos de conflito entre marketing e vendas e como a automação resolve cada um deles de forma prática e mensurável.


1. Lead qualificado ou não? O problema da definição

O atrito:

O departamento de marketing envia leads para vendas. O setor de vendas reclama que os leads "não prestam". Marketing rebate dizendo que vendas não sabe trabalhar o lead. O ciclo se repete, a frustração aumenta e ninguém bate meta.

O problema? Falta de critério claro e compartilhado sobre o que é um lead qualificado.

Sem definição objetiva, cada área usa seu próprio julgamento. Marketing considera qualificado quem baixou um e-book. Vendas só considera qualificado quem pediu proposta. E no meio dessa confusão, oportunidades reais são desperdiçadas.

Como a automação resolve:

Com lead scoring automatizado, você define critérios objetivos de qualificação baseados em comportamento real:

✅ Páginas visitadas
✅ Tempo de engajamento
✅ Downloads realizados
✅ Interações com campanhas
✅ Dados demográficos e firmográficos

O sistema pontua automaticamente cada lead e só encaminha para vendas quando atinge o score definido. Isso elimina o "achismo" e alinha expectativas desde o início.

Resultado prático: Marketing entrega leads prontos. Vendas recebe oportunidades reais. Ambos trabalham com a mesma régua. Essa é a base do smarketing: alinhamento através de critérios objetivos e automatizados.


2. Leads caindo no limbo: o follow-up que não acontece

O atrito:

Marketing investe em campanhas, gera leads e encaminha para vendas. Vendas está atolada de demandas, leads ficam dias sem resposta. O cliente esfria. A venda não acontece.

Marketing culpa vendas pela demora. Vendas diz que está sobrecarregada. E o lead? Já comprou do concorrente que respondeu em 5 minutos.

O problema? Falta de processo automatizado de distribuição e follow-up.

Como a automação resolve:

Com distribuição automática de leads e fluxos de follow-up inteligentes, você garante que:

✅ Todo lead recebe resposta imediata (mesmo fora do horário comercial)
✅ Leads são distribuídos automaticamente para o vendedor disponível
✅ Follow-ups são agendados e executados sem depender de memória humana
✅ Nenhuma oportunidade fica sem atenção

Exemplo prático:

Lead preenche formulário às 22h → Recebe mensagem automática de boas-vindas → É distribuído para o vendedor responsável ou fica em nutrição por agente autônomo → Vendedor recebe notificação para contato no dia seguinte → Sistema agenda lembretes de follow-up

Resultado: Nenhum lead no limbo. Tempo de resposta reduzido de horas para minutos. Taxa de conversão aumenta. Empresas que aplicam smarketing com automação reduzem em até 70% o tempo de resposta ao lead.


3. Falta de visibilidade: cada área trabalha no escuro

O atrito:

Marketing não sabe o que acontece com os leads depois que envia para vendas. Vendas não sabe qual campanha gerou cada lead nem o histórico de interações.

Resultado? Decisões às cegas. Marketing continua investindo em campanhas que não convertem. Vendas aborda o lead sem contexto, perguntando coisas que ele já informou.

O problema? Dados fragmentados e falta de visibilidade compartilhada.

Como a automação resolve:

Com CRM integrado e dashboards unificados, marketing e vendas enxergam o ciclo completo:

Marketing vê:
✅ Quantos leads viraram oportunidades
✅ Quais campanhas geram mais conversões
✅ Tempo médio até a primeira abordagem de vendas
✅ Taxa de conversão por origem de lead

Vendas vê:
✅ Histórico completo de interações do lead
✅ Campanhas que ele recebeu
✅ Conteúdos que baixou
✅ Páginas que visitou

Resultado: Ambas as áreas trabalham com dados reais, não com suposições. Marketing otimiza campanhas com base em conversão real. Vendas aborda leads com contexto completo. Visibilidade compartilhada é o segundo pilar do smarketing eficiente.


4. Métricas desalinhadas: cada um medindo o próprio sucesso

O atrito:

Marketing comemora: "Geramos 500 leads esse mês!" Vendas responde: "E quantos viraram clientes? Três."

Quando cada área tem suas próprias métricas de sucesso sem conexão com o resultado final, o conflito é inevitável. Marketing foca em volume. Vendas foca em conversão. E ninguém olha para o que realmente importa: receita gerada.

O problema? KPIs desconectados e sem visão do funil completo.

Como a automação resolve:

Com métricas compartilhadas e rastreamento end-to-end, ambas as áreas passam a medir o que importa:

✅ Custo por lead (CPL) — quanto marketing investe para gerar cada lead
✅ Taxa de conversão lead → oportunidade — quantos leads viram negociações reais
✅ Taxa de conversão oportunidade → cliente — eficiência de vendas no fechamento
✅ CAC (Custo de Aquisição de Cliente) — quanto custa trazer um cliente de verdade
✅ LTV (Lifetime Value) — quanto cada cliente gera de receita ao longo do tempo

Resultado: Marketing e vendas trabalham em função do mesmo objetivo: receita previsível e escalável. Não importa quantos leads foram gerados se não viraram receita. E não adianta vendas converter se marketing não trouxe volume suficiente. Quando as métricas estão alinhadas, o smarketing deixa de ser conceito e vira resultado concreto.


5. Retrabalho e informações duplicadas

O atrito:

Cliente preenche formulário no site com nome, e-mail, telefone e interesse. Vendas liga e pergunta tudo de novo. Cliente fica irritado: "Mas eu já informei isso!"

Ou pior: marketing envia campanha para quem já é cliente. Vendas aborda lead que já disse "não" três vezes. Informações desconexas geram retrabalho, frustração e perda de credibilidade.

O problema? Falta de integração entre ferramentas e dados duplicados.

Como a automação resolve:

Com base de dados unificada e histórico centralizado, você elimina retrabalho:

✅ Toda informação coletada em qualquer ponto de contato fica registrada
✅ Marketing vê se o lead já foi abordado por vendas
✅ Vendas acessa o histórico completo antes de ligar
✅ Cliente não precisa repetir informações

Exemplo prático:

Lead baixa e-book → preenche formulário → recebe sequência de nutrição por e-mail → pede contato → vendas recebe ficha completa com todo histórico → abordagem personalizada baseada em dados reais

Resultado: Experiência fluida para o cliente. Menos fricção interna. Mais profissionalismo percebido. Integração de dados é o que transforma smarketing em vantagem competitiva de verdade.


Smarketing não é sobre tecnologia, é sobre alinhamento

A automação é a ferramenta. O verdadeiro smarketing acontece quando marketing e vendas:

✅ Compartilham a mesma definição de lead qualificado
✅ Trabalham com dados integrados e visíveis para ambos
✅ Medem sucesso com base em métricas comuns
✅ Executam processos padronizados e automatizados
✅ Eliminam retrabalho e informações duplicadas

Empresas que implementam smarketing de verdade crescem mais rápido, têm CAC menor e geram receita previsível. E a melhor parte? Você não precisa contratar um consultor caro nem fazer uma transformação gigantesca.

Com as ferramentas certas, como a Hablla, você integra marketing e vendas em uma operação única, fluida e baseada em dados.


Smarketing na prática: seus dados já estão prontos, seu time está esperando

Se sua empresa ainda enfrenta esses 5 pontos de atrito, o problema não é falta de talento. É falta de smarketing aplicado com as ferramentas certas.

A boa notícia? A solução está mais próxima do que você imagina.

👉 Veja como a Hablla integra marketing e vendas em uma operação única: hablla.com/contato

📚 Quer mais insights sobre gestão, automação e estratégia comercial? Acesse hablla.com/blog e acompanhe nosso canal no YouTube: youtube.com/@Hablla

A startup brasileira Hablla, plataforma de marketing conversacional com uso de inteligência artificial generativa e automação de receita, concluiu em dezembro de 2025 uma rodada de investimentos que totaliza R$ 3,1 milhões, com aportes realizados ao longo de 2024 e 2025 por meio do programa Inova 3 e da gestora de venture capital Bossa Invest.

A captação ocorre em um contexto de maior seletividade no mercado de venture capital, no qual investidores têm priorizado empresas com geração de receita comprovada, eficiência operacional e modelos de negócio sustentáveis. Entidades do setor e análises de mercado indicam que esse movimento reflete critérios mais rigorosos na alocação de capital ao longo de 2025.

Nesse cenário, a Hablla construiu sua trajetória com foco em execução. Fundada em 2023, a empresa nasceu em modelo bootstrap, com capital próprio dos sócios, e atingiu o breakeven em apenas três meses de operação, já na aquisição do quinto cliente. Desde então, manteve crescimento baseado em receita, utilizando capital externo como instrumento de aceleração.

O primeiro aporte ocorreu em 2024, por meio do programa Inova 3, iniciativa que prevê investimentos progressivos de até R$ 750 mil. Das 17 startups participantes, apenas três atingiram o valor máximo do programa. Além de avançar pelas três etapas, a Hablla recebeu um investimento adicional de R$ 850 mil da Bossa Invest ainda em 2024, após avançar pelas três etapas do programa.

Em dezembro de 2025, a gestora realizou um novo aporte de R$ 1,5 milhão, elevando o total investido para R$ 3,1 milhões e ampliando a participação da gestora na empresa.

Do ponto de vista financeiro, a empresa registrou crescimento de receita ao longo do período. Em 2023, registrou faturamento de R$ 851 mil. Em 2024, a receita saltou para R$ 3,1 milhões e, para 2025, a expectativa é encerrar o ano com R$ 9 milhões em faturamento.

Segundo Rodrigo Xavier, CEO e founder da Hablla, o crescimento está diretamente ligado a decisões estratégicas tomadas desde o início da operação. “O foco sempre foi construir um negócio sustentável, com crescimento baseado em receita, previsibilidade e geração de valor consistente para os clientes”, afirma.

Para Álvaro Magri, CTO e founder, a tecnologia foi um fator-chave para sustentar a escala. “A plataforma foi desenvolvida para integrar atendimento, marketing e vendas em um único fluxo operacional, o que permitiu escalar mantendo eficiência e controle”, explica.

Marcus Barboza, CRO e founder, destaca que a previsibilidade foi tratada como pilar estratégico. “Trabalhar com performance e consistência de receita não foi uma consequência do crescimento, mas uma decisão desde o primeiro dia”, analisa.

O movimento da empresa ocorre em meio à expansão do mercado de tecnologia conversacional. De acordo com a MarketsandMarkets, o mercado global de inteligência artificial conversacional deve crescer de US$ 13,2 bilhões em 2024 para US$ 49,9 bilhões até 2030, com taxa média anual de 24,9%. No Brasil, relatórios de mercado indicam crescimento acelerado do setor de soluções conversacionais e chatbots, impulsionado pela adoção de automação no atendimento e pelo uso intensivo de aplicativos de mensageria no relacionamento entre empresas e consumidores, com destaque para o WhatsApp, principal canal desse ecossistema. Segundo análise do IMARC Group, o mercado brasileiro de chatbots apresenta projeções de expansão sustentada nos próximos anos.

Na visão dos investidores, a trajetória da Hablla reflete um perfil cada vez mais valorizado no ecossistema de inovação.

“Para a Bossa Invest, programas como o Inova cumprem um papel fundamental no fortalecimento do ecossistema de inovação ao permitir investimentos em estágios muito iniciais com maior profundidade de análise e acompanhamento. Esse modelo reduz assimetrias de informação, aproxima investidores dos empreendedores desde o início da jornada e cria condições para que startups como a Hablla amadureçam sua proposta de valor, estrutura operacional e estratégia de crescimento antes de ciclos mais robustos de capital. É um tipo de investimento que combina capital, método e proximidade, aumentando a probabilidade de construção de negócios sustentáveis no longo prazo”, pondera Daniel Coimbra, Head de Venture Capital da Bossa Invest.

De acordo com Marcos Regueira, Manager For Special Projects do Sebrae/SC e Inova Startups, “o Programa INOVA Startups é uma das ações do Sebrae que contribuem para a sua missão, que é: ‘Impulsionar o empreendedor ao sucesso’. Para o Programa, é uma honra ter a Hablla em seu portfólio de investimento, sempre lembrando que empresas são feitas por pessoas, e, neste caso, seus founders se destacam pelo profissionalismo, companheirismo e inovação. Além do apoio financeiro, a disponibilização de mentorias, consultorias e capacitações pelo Programa contribui para aumentar a chance de sucesso da Hablla”.

O ecossistema brasileiro de startups tem demonstrado sinais de maturidade. Segundo análise publicada pela NeoFeed, os investimentos de venture capital no acumulado de janeiro a setembro de 2025 alcançaram R$ 4,6 bilhões, com investidores adotando critérios mais rigorosos de avaliação. O setor de tecnologia passou de 7,1% dos investimentos em 2022 para 20,4% em 2025, evidenciando a consolidação de empresas com soluções tecnológicas aplicadas.

De acordo com a empresa, os recursos captados serão destinados à expansão da operação, evolução tecnológica da plataforma e fortalecimento da estrutura comercial, mantendo o foco em crescimento sustentável, eficiência operacional e ampliação da atuação no mercado brasileiro e da América Latina.

2026 já começou no mindset das empresas que entenderam que tecnologia não é mais suporte, é estratégia central. Não estamos falando de modinhas digitais, mas de forças reais que já estão reconfigurando como negócios operam, escalam e se diferenciam.

Agentes de IA executando processos de ponta a ponta. Plataformas em nuvem cada vez mais especializadas por setor. Cibersegurança se preparando para ameaças quânticas que deixaram de ser ficção científica. Isso não é futurologia de palco. É o novo baseline competitivo.

A Forbes publicou recentemente um artigo do especialista Bernard Marr sobre as 8 tecnologias que definirão 2026. Neste post, vamos destrinchar essas tendências com foco no que realmente importa: como elas impactam sua operação e o que você precisa saber para não ficar para trás.


1. Plataformas Agênticas: chatbots ficaram no passado

Esqueça os chatbots que apenas respondem perguntas ou geram conteúdo genérico. Os agentes de IA são o próximo estágio da evolução tecnológica corporativa e 2026 será o ano da expansão massiva.

O que são agentes de IA?

São assistentes virtuais que executam processos complexos de múltiplas etapas, interagem com serviços de terceiros, monitoram operações em tempo real e ajustam fluxos de trabalho de forma autônoma. Pense em colegas de trabalho digitais que operam 24/7, com mínima intervenção humana.

Por que isso importa para você?

Empresas que implementam plataformas agênticas conseguem escalar atendimento, vendas e suporte sem aumentar proporcionalmente o time. As interfaces low-code/no-code permitem que qualquer gestor configure agentes sem depender de TI, mantendo governança, ética e conformidade.

Se você já usa a Hablla, já tem acesso a essa tecnologia. A diferença está em explorar todo o potencial.


2. Copilotos de IA Generativa: ampliando capacidades

A IA generativa saiu do estágio de testes corporativos e entrou na operação. Ela já está gerando código para desenvolvedores, redigindo contratos para áreas jurídicas e criando cronogramas detalhados para gerentes de projetos.

Na prática, o que muda?

O copiloto não substitui o profissional, ele amplifica a capacidade de entrega. Um atendente resolve casos mais rápido. Um gestor toma decisões com mais contexto. Um vendedor fecha negócios com insights em tempo real.

A questão não é "se" sua empresa vai usar copilotos de IA, mas quando você vai implementar de forma estratégica.


3. Plataformas de nuvem especializadas por setor

Nuvem genérica está ficando para trás. Empresas estão migrando para Plataformas de Nuvem por Setor (ICPs), soluções verticais que combinam infraestrutura, aplicativos e dados já configurados para áreas específicas como saúde, finanças, varejo e logística.

Por que isso acelera resultados?

Porque você não precisa configurar tudo do zero. Modelos de dados pré-construídos, conformidade regulatória específica do setor e integrações nativas fazem a operação rodar mais rápido e com menos fricção.

Se você está em um setor regulado ou com processos muito específicos, as ICPs são o caminho natural.


4. Computação Quântica: oportunidade e ameaça ao mesmo tempo

A computação quântica tem dois lados para os negócios em 2026:

Lado 1: Oportunidade transformadora

Capacidade de resolver cálculos extremamente complexos que seriam inviáveis para computadores tradicionais. Setores como finanças, logística e pesquisa farmacêutica já estão explorando aplicações práticas.

Lado 2: Ameaça real à segurança

Os padrões atuais de criptografia não resistem à computação quântica. Isso significa que dados protegidos hoje podem ser vulneráveis amanhã.

O alerta:

2026 marca o prazo final para que empresas iniciem sua migração para modelos de criptografia resistentes à computação quântica. Isso não é mais "tecnologia do futuro", é prioridade estratégica agora.


5. Edge de Confiança Zero: segurança onde os dados são criados

Com a explosão de dispositivos IoT e o avanço do trabalho remoto e híbrido, a segurança precisa estar no ponto de origem dos dados, não apenas no servidor central.

O que é Edge de Confiança Zero (ZTE)?

É a segurança integrada diretamente nos dispositivos de borda: máquinas industriais, smartphones, sensores, plataformas em nuvem. A verificação de identidade e permissões acontece no momento e no local em que os dados são criados ou acessados.

Por que isso importa?

Proteção em tempo real, redução de ataques "man-in-the-middle" e gestão consistente de acessos em operações distribuídas. Se sua empresa tem equipes remotas ou dispositivos conectados, ZTE não é opcional.


6. Realidade Estendida (XR): saindo do experimental para o operacional

VR e AR deixaram de ser novidade e estão se consolidando como ferramentas corporativas reais. Headsets mais leves, potentes e acessíveis, combinados com óculos inteligentes, estão acelerando a adoção.

Aplicações práticas em 2026:

✅ Treinamento imersivo para equipes
✅ Assistência remota de especialistas em tempo real
✅ Acesso a informações sem uso das mãos em ambientes industriais
✅ Alertas visuais em tempo real para operações de risco

XR não é mais "coisa de startup de tecnologia". É uma ferramenta operacional para indústrias, varejo, saúde e logística.


7. Tecnologia Sustentável: de "nice to have" para obrigatório

Sustentabilidade deixou de ser opcional. Com a entrada em vigor da Diretiva Europeia de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa em 2025, grandes corporações passaram a ser obrigadas a reportar impacto ambiental e ações de mitigação.

O que muda em 2026?

A estratégia passa a ser "sustentável por natureza", não como add-on ou iniciativa paralela, mas como parte estrutural do negócio.

Na prática:

✅ Princípios de engenharia de software verde
✅ Redução de emissões em infraestrutura digital
✅ IA aplicada ao monitoramento de operações sustentáveis

Empresas que integrarem sustentabilidade à tecnologia sairão na frente, não só por compliance, mas por eficiência operacional e diferenciação de mercado.


8. Gêmeos Digitais: do conceito ao centro neural da operação

Gêmeos digitais evoluíram. Não são mais simulações isoladas de um equipamento ou linha de produção. Hoje, representam processos completos, fábricas inteiras ou até organizações.

Como funcionam?

Integrando dados de múltiplas fontes, sensores em tempo real e modelos de IA, os gêmeos digitais permitem migrar de análises reativas para capacidades preditivas.

Os benefícios tangíveis:

✅ Redução de tempo de desenvolvimento
✅ Menos interrupções por falhas
✅ Melhoria contínua da eficiência operacional
✅ Teste de decisões críticas sem risco ou custo no mundo físico

Em 2026, gêmeos digitais deixam de ser uma "ferramenta de engenharia" e se tornam o centro neural das operações estratégicas.


A pergunta não é "se", mas "quando"

2026 vai recompensar empresas que saírem da especulação e avançarem para a criação de valor prático. Cada uma dessas oito tendências já está acontecendo. A diferença está em quem age agora e quem espera "ver no que dá".

Se você usa Hablla, já tem acesso a tecnologias como agentes de IA, dashboards integrados e automação inteligente. O diferencial competitivo, após ter a ferramenta, está em explorá-la estrategicamente.

A tecnologia está pronta. Os dados provam que funciona. A única pergunta que resta é: você já está usando tudo o que tem à disposição?


Quer se aprofundar ainda mais?

📖 Leia o artigo completo da Forbes:8 Tendências de Tecnologia Que Transformarão as Empresas em 2026 - por Bernard Marr

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A Meta anunciou mudanças importantes nas regras do WhatsApp Business API que entram em vigor a partir de 15 de janeiro de 2026. Se sua empresa utiliza automação no WhatsApp, é fundamental entender o que está mudando e garantir que você não seja afetado.

O que é WhatsApp Business API?

A API do WhatsApp Business é a porta oficial que permite empresas se conectarem ao WhatsApp de forma profissional. É através dela que funcionam automações, integrações com sistemas de atendimento e chatbots aprovados pela Meta.

O que vai mudar em 2026?

A partir de janeiro de 2026, a Meta vai implementar bloqueios mais rigorosos para garantir que apenas soluções oficiais e autorizadas continuem funcionando. As principais mudanças incluem:

1. Bloqueio de automações não oficiais

Ferramentas que simulam cliques, acessam o WhatsApp Web de forma irregular ou conectam números por meios não autorizados serão bloqueadas. Essas soluções já operavam fora das regras e agora serão definitivamente impedidas de funcionar.

2. Fim dos chatbots de IA de uso geral

A Meta vai banir chatbots baseados em inteligências artificiais externas como ChatGPT, LuzIA, Perplexity e Zapia. O objetivo é centralizar o uso de IA no Meta AI, o assistente oficial da própria plataforma.

3. Restrição a disparos e mensagens em massa não autorizadas

Qualquer tipo de automação para envio de mensagens em massa feita fora da API oficial também será bloqueada.

Quem NÃO será afetado?

Se você usa o WhatsApp Business da maneira correta, pode ficar tranquilo. Continuam funcionando normalmente:

Por que a Meta está fazendo essas mudanças?

O objetivo é proteger o ecossistema do WhatsApp, evitar o uso indevido de dados dos usuários e centralizar as funcionalidades de IA dentro da própria plataforma com o Meta AI.

Como garantir que sua empresa esteja preparada?

A solução é simples: trabalhe com um parceiro oficial da Meta.  A Hablla é certificada pela Meta como Business Solution Provider (BSP), tornando-se uma provedora oficial da API do WhatsApp Business no Brasil. 

Com a Hablla, você fica 100% dentro das regras estabelecidas pela Meta, garantindo que sua operação continue funcionando sem interrupções.

Se sua empresa ainda utiliza ferramentas que podem ser afetadas, agora é o momento de migrar para uma solução oficial. A Hablla está pronta para ajudar você nessa transição com toda a segurança e conformidade que sua operação precisa.


Descubra como manter sua comunicação funcionando com tecnologia oficial e aprovada!

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Enquanto muitos gestores ainda se perguntam "será que IA realmente funciona no atendimento?", os números já respondem: funciona. E está acontecendo agora.

No Brasil, 74% das empresas já utilizam IA em suas operações. E quando olhamos especificamente para o atendimento ao cliente, o cenário é impressionante: 46% das organizações brasileiras já usam inteligência artificial nessa área hoje.

A previsão? Pesquisa global da Cisco aponta que 85% das interações de atendimento serão gerenciadas por agentes de IA até 2028. No Brasil, 75% dos executivos acreditam que essa transição acontecerá em até três anos.

A previsão para os próximos anos? Ainda mais impactante. Pesquisa global da Cisco aponta que 85% das interações de atendimento serão gerenciadas por agentes de IA até 2028. No Brasil, 75% dos executivos acreditam que essa transição acontecerá em até três anos.

A pergunta não é mais "se" sua empresa vai usar IA no atendimento. É quando e como você vai fazer isso de forma estratégica.

O que os clientes já estão percebendo

Os dados sobre a experiência do cliente são claros: 72% dos consumidores afirmam que a inteligência artificial já melhora o atendimento. E quando perguntados sobre o que melhorou especificamente, as respostas são diretas:

Isso não é percepção, é resultado mensurável. E empresas que implementaram agentes de IA estão vendo essa transformação acontecer em tempo real: clientes mais satisfeitos, equipes mais produtivas e custos operacionais menores.

Agentes de IA no atendimento: da teoria à prática

Vamos tornar isso concreto. Veja como uma situação recorrente de empresas brasileiras se desenrola com e sem inteligência artificial:

Antes da IA:

Cliente envia mensagem às 23h: "Qual o status do meu pedido?"
→ Mensagem entra na fila de atendimento
→ Aguarda até o próximo dia útil
→ Atendente responde às 9h
Tempo de espera: 10 horas

Com agente de IA:

Cliente envia a mesma mensagem às 23h
→ IA identifica a intenção, busca no sistema
→ Responde instantaneamente com informações atualizadas
Tempo de espera: minutos

O resultado? Satisfação do cliente subiu. Custo operacional caiu. O atendente humano nem precisou ser acionado e pode dedicar seu tempo a casos que realmente exigem atenção humana, como negociações complexas ou situações delicadas.

Essa é a diferença entre ter IA e não ter. E é por isso que 72% dos consumidores já percebem a melhora.

Como garantir a excelência da sua IA no atendimento

Implementar agentes de IA não é apenas ativar uma ferramenta e esperar resultados. Existem práticas essenciais que separam quem tem sucesso de quem não tem:

Reconheça os limites da automação

Nem tudo deve ou pode ser automatizado. Casos complexos, reclamações sensíveis ou situações que exigem empatia humana precisam de transição suave para atendentes reais. A IA deve ser treinada para detectar o momento de passar o caso adiante.

Treine continuamente

Use dados reais das interações para ajustar e melhorar a IA constantemente. Ela aprende com cada conversa, mas só se você alimentar o processo com feedback estruturado e monitoramento ativo.

Monitore o desempenho

Acompanhe as métricas que importam: quantos atendimentos foram resolvidos pela IA? Qual o tempo médio de resolução? A satisfação do cliente melhorou? Onde o atendimento está errando ou travando? Se você não mede, não melhora.

A vantagem competitiva está em agir agora

Se você usa Hablla, já tem as funcionalidades para criar, monitorar e otimizar agentes de IA. A ferramenta está pronta. A tecnologia está disponível. O diferencial está em explorá-la de verdade.

Isso significa:

As empresas que realmente usam IA estrategicamente estão ganhando vantagem competitiva real:

Menos custo operacional — automação de tarefas repetitivas libera recursos
Atendimento mais rápido — respostas em segundos, não em horas
Clientes mais satisfeitos — 72% já percebem a diferença
Equipe focada no estratégico — tempo dedicado a casos que realmente importam

O futuro dos agentes de IA no atendimento já começou

A inteligência artificial não vai substituir o atendimento humano. Ela vai potencializá-lo.

Os melhores resultados vêm da combinação inteligente: IA resolvendo o que é rápido, repetitivo e baseado em dados. Humanos cuidando do que exige empatia, criatividade, negociação e julgamento complexo.

Essa é a realidade do atendimento moderno. E as empresas que entenderem isso primeiro, implementarem, medirem, ajustarem e escalarem seus agentes de IA com base em dados reais vão dominar o mercado nos próximos anos.

A tecnologia está pronta. Os dados provam que funciona. A única pergunta que resta é: você já está usando tudo o que tem à disposição?


Veja seus agentes de IA trabalhando de verdade

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Você abre o WhatsApp para checar quantos atendimentos estão em andamento. Depois vai no e-mail ver se alguma negociação avançou. Aí lembra que precisa conferir o desempenho da equipe na planilha. E no meio disso tudo... já se passaram 40 minutos só "checando" as coisas.

E se tudo isso estivesse em uma tela só, atualizado, organizado e pronto para decisão?

Na Hablla, está. Chama-se dashboard. E pode ser que você ainda ainda não saiba que ele existe.

O melhor? Ele já está dentro do seu CRM, completo, integrado e pronto para usar. Não precisa contratar nada novo, configurar integrações ou exportar dados. Está ali, funcionando.

Visão geral do dashboard da Hablla: todos os dados do seu negócio em um só lugar.

Monitoramento de CRM além do funil: o pulso da operação

Muitos gestores descobrem que estão perdendo oportunidades só quando já é tarde, porque não tinham visibilidade do funil em tempo real. O painel da Hablla resolve isso.

O dashboard não é só um resumo de oportunidades. Ele exibe, em tempo real, tudo o que está acontecendo no seu negócio:

Esse tipo de visão ajuda o gestor a enxergar não apenas o volume de oportunidades, mas onde o time está ganhando e perdendo força. E mais importante: permite agir antes que um problema vire crise.

Métricas que revelam mais do que números, revelam gargalos

Saber que uma tarefa levou 3 horas quando o previsto era 1 hora não é só um número, é um alerta. Pode ser sobrecarga, falta de clareza ou até um gargalo no processo. O dashboard não entrega só a métrica: ele entrega o diagnóstico.

No painel de Tarefas e Desempenho, é possível acompanhar:

Esses dados, integrados ao atendimento e ao CRM, mostram como está o ritmo da operação e onde é possível otimizar processos sem sobrecarregar ninguém.


💡 Você sabia?

Gestores que acessam o dashboard semanalmente identificam gargalos 3x mais rápido do que quem depende de relatórios manuais.


Monitoramento de CRM e atendimento com dados reais

Sem um dashboard estruturado, o gestor depende do "achismo": "acho que o time está sobrecarregado" ou "parece que a satisfação caiu". Com o painel da Hablla, você substitui o "acho" por "eu sei".

O módulo de Atendimento - Tempos e Indicadores mostra:

Essa visão permite decisões baseadas em fatos — e não em impressões. Se o tempo de resposta aumentou, você vê. Se a satisfação caiu, você age.

Monitoramento 360º de CRM: visão total do negócio

Com os Indicadores Comerciais (Oportunidades de Negócios) e Indicadores de Suporte (Tickets), é possível comparar performance entre áreas e entender o comportamento do negócio como um todo:

No Comercial:

No Suporte:

Tudo isso pode ser filtrado por setor (comercial, financeiro, atendimento, SDR...), por usuário (cada pessoa da operação) e por período (outubro/2025, janeiro/2025, etc.).

Isso transforma o dashboard em uma ferramenta de gestão e diagnóstico completa, não apenas um painel de números.

Menos tempo com planilhas, mais tempo com estratégia

Pense: quantas horas por semana você gasta consolidando informações? Se forem 5h, são 20h por mês, mais de 2 dias inteiros.

O dashboard devolve esse tempo para você.

Sem o DashboardCom o Dashboard
40 min/dia consolidando dados2 min/dia visualizando
Decisões baseadas em "achismo"Decisões baseadas em dados reais
Informações desatualizadasDados em tempo real
Trabalho manual, repetitivoFoco em estratégia e ação

Com todos os dados integrados — CRM, atendimento, suporte e tarefas — o gestor não precisa exportar relatórios, cruzar planilhas ou pedir dados ao time. As informações estão ali, atualizadas e consolidadas, prontas para orientar decisões.


📊 Dica prática:

Filtre o dashboard por setor e descubra quanto tempo o time comercial dedica a cada tipo de tarefa. Você pode estar descobrindo que eles passam mais tempo em retrabalho do que em prospecção.


Seus dados já estão prontos, só falta você acessar

Se você ainda não acessou o seu dashboard, está literalmente deixando decisões importantes esperando.

Abra o CRM agora, clique em "Dashboard" e veja: os números do seu negócio já estão ali, contando a história completa da sua operação, de atendimentos em andamento a oportunidades perdidas, de tempo de resposta a valores negociados.

Tudo integrado. Em tempo real. Pronto para você tomar decisões melhores, mais rápidas e baseadas em fatos.

Na Hablla, os dados não ficam soltos, eles estão integrados em fluindo em harmonia junto com sua operação.

Ainda não tem acesso ao dashboard da Hablla?

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Imagine esta situação: um lead preenche um formulário informando que tem interesse em "automação de marketing para e-commerce com faturamento acima de R$ 500 mil/mês".

Tradicionalmente, seu atendente receberia apenas nome, email e telefone no CRM. Para descobrir essas informações valiosas, precisaria alternar entre plataformas ou descobrir tudo apenas durante a conversa.

E se existisse uma forma melhor?

O problema dos dados fragmentados

A maioria das empresas enfrenta este desafio:

A revolução dos campos personalizados integrados no CRM

A transformação acontece quando todos os dados do formulário chegam automaticamente ao cartão do lead no CRM.

Como Funciona:

Antes:

Depois:

2. Integração inteligente dos campos personalizados no CRM

A magia acontece com marketing conversacional integrado, quando há a conexão do CRM com ferramentas de formulário, fazendo mapeamento completo de campos personalizados.

Integração Tradicional: Conversa reativa → Atendente descobre informações durante o diálogo

Marketing Conversacional Integrado: Conversa proativa → Atendente conhece o perfil antes do primeiro contato

Use a integração a seu favor

Campos personalizados integrados transformam cada formulário em inteligência comercial instantânea. Quando cada atendimento começa com contexto completo, você cria experiências que convertem.

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Do atendimento ao boleto bancário: aplicativo pode concentrar toda jornada comercial brasileira em uma única plataforma

Em um único dia, a plataforma Hablla processou simultaneamente: disparos de boletos de uma universidade para milhares de estudantes, atendimento automatizado de clientes em uma concessionária de veículos e campanhas promocionais de um resort para potenciais hóspedes. Tudo isso por meio do WhatsApp, em operações que envolveram dezenas de milhares de interações em tempo real.

"O que observamos é que empresas de segmentos completamente diferentes convergem para o mesmo comportamento: resolver tudo pelo WhatsApp", explica Rodrigo Xavier, CEO da Hablla e especialista em SaaS e gestão da informação. Segundo Rodrigo, essa convergência representa uma mudança estrutural no comportamento comercial brasileiro. O WhatsApp deixou de ser apenas um aplicativo de mensagens para se transformar no epicentro da atividade comercial do país, concentrando funções que antes exigiam múltiplos sistemas: CRM, plataforma de vendas, canal de atendimento, meio de pagamento e até sistema de gestão financeira.

WhatsApp já faz parte da realidade operacional

Os dados revelam a magnitude dessa transformação comportamental. Segundo relatório da Opinion Box, 82% dos usuários do WhatsApp já se comunicam com marcas pelo aplicativo. Mais notável ainda: 97% dos brasileiros acessam o app pelo menos uma vez por dia. 

Além disso, segundo dados da Statista, o Brasil é o terceiro maior mercado do aplicativo no mundo e o maior mercado fora da Ásia.

A convergência digital no WhatsApp

"Estamos presenciando um fenômeno único no mundo: a convergência total de processos empresariais em uma única plataforma de comunicação", avalia Rodrigo Xavier, CEO da Hablla. "O Brasil desenvolveu um ecossistema comercial completo dentro do WhatsApp que não existe em nenhum outro país com essa intensidade".

A convergência acontece porque o WhatsApp está instalado no smartphone de quase todos os brasileiros, criando um ambiente natural para transações comerciais. Diferentemente de outros mercados, em que e-commerce e atendimento ao cliente seguem canais separados, o consumidor brasileiro desenvolveu a expectativa de resolver tudo em um só lugar.

"O que observamos é que o consumidor não quer mais navegar entre diferentes aplicativos para comprar, pagar, reclamar ou pedir suporte", analisa Marcus Barboza, CRO da Hablla. "Ele quer tudo concentrado onde já passa a maior parte do tempo digital: no WhatsApp".

O desafio da gestão unificada

Essa convergência criou um desafio empresarial inédito. Empresas precisam gerenciar vendas, atendimento, cobrança, marketing e relacionamento pós-venda por meio de conversas individuais, muitas vezes simultâneas, sem perder qualidade ou informações importantes.

A complexidade aumenta quando se considera que nove em cada dez pessoas abrem o WhatsApp pelo menos uma vez ao dia, sendo que 36% deixam o aplicativo aberto durante todo o dia, ainda segundo a Opinion Box. Isso significa expectativa de resposta imediata e disponibilidade constante.

"As empresas que não conseguem gerenciar essa convergência adequadamente perdem clientes rapidamente", observa Rodrigo Xavier. "Não basta estar no WhatsApp, é preciso ter sistemas que integrem todas as funções comerciais de forma inteligente, e isso requer uma visão de gestão da informação completamente nova".

Uma nova arquitetura comercial

Para atender a essa demanda, surgem soluções tecnológicas que transformam o WhatsApp em um verdadeiro centro de operações comerciais. Plataformas especializadas permitem integrar CRM, automação de marketing, gestão financeira e análise de performance, tudo conectado à API oficial do WhatsApp.

"Nossa experiência com clientes de diversos segmentos mostra que empresas que conseguem unificar todos os processos comerciais no WhatsApp aumentam a conversão significativamente", relata Marcus Barboza. "A diferença está em não tratar cada conversa como um evento isolado, mas como parte de uma jornada comercial completa que precisa ser orquestrada".

Ainda segundo Marcus, metodologias como o Marketing Conversacional Integrado emergem para organizar essa complexidade, definindo fluxos que conectam desde a primeira interação até o pós-venda, mantendo o histórico completo de cada cliente em um ambiente unificado.

O futuro da convergência digital

Segundo projeções dos fundadores da Hablla, o modelo brasileiro de convergência no WhatsApp tende a se expandir para outros mercados latino-americanos. Países como México e Argentina já apresentam sinais de adoção semelhantes.

"O que aconteceu no Brasil é um laboratório para o futuro do comércio digital global", prevê Rodrigo. "Outras economias emergentes começam a replicar este modelo de convergência, em que uma plataforma de comunicação se torna o hub de toda atividade comercial".

A tendência é que novas funcionalidades sejam desenvolvidas especificamente para atender essa convergência: sistemas de pagamentos mais integrados, ferramentas de tradução automática e automações conversacionais que preservem o caráter pessoal das interações.

Operação centralizada e integrada ao WhatsApp

Para Marcus Barboza, essa não é apenas uma inovação tecnológica, mas uma redefinição profunda do relacionamento entre marcas e consumidores. “Quando uma empresa consegue concentrar todos os pontos de contato com o cliente em uma única plataforma, ela está criando um novo padrão de eficiência e proximidade. Isso muda tudo”, afirma.

Especialistas do setor avaliam que o cenário brasileiro representa um divisor de águas. “O que estamos vendo no Brasil é a consolidação de um modelo comercial conversacional”, observa Rodrigo Xavier. “Aqui, uma única conversa pode percorrer todo o funil de vendas, da descoberta ao pós-venda”.

Rodrigo aponta ainda que, diante desse novo paradigma, não se adaptar pode ter um custo alto. “Não estar preparado para essa convergência significa perder relevância num mercado que já se movimenta em tempo real, na palma da mão do consumidor”, conclui.

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