No ambiente digital atual, onde o cliente espera interação rápida, personalizada e contínua, as empresas enfrentam um desafio crítico: manter consistência e eficiência em múltiplos canais de comunicação sem perder a qualidade do atendimento.
No Brasil, os consumidores passam em média 56% do dia em frente às telas de smartphones e computadores. Essa realidade reforça a importância de acompanhar o cliente nessa jornada conectada. Sua empresa está preparada para isso?
O omnichannel surge como uma estratégia essencial para entregar uma experiência integrada, conectando todos os pontos de contato de forma fluida e inteligente. Mais do que uma tendência, é uma necessidade competitiva que define quem prospera e quem fica para trás no mercado atual.
O omnichannel vai muito além do multicanal. Enquanto o multicanal oferece vários canais isolados para o cliente - como ter WhatsApp, e-mail e telefone funcionando separadamente -, o omnichannel integra esses canais para que a experiência do usuário seja contínua e coerente, independentemente do ponto de contato.
O consumidor moderno não quer repetir informações nem sentir que "recomeça" a conversa ao mudar de canal. Empresas com estratégias omnichannel robustas conseguem reter 89% dos seus clientes, comparado a apenas 33% para empresas com abordagem omnichannel fraca.
Equipes integradas trabalham com dados unificados, evitando retrabalho e aumentando produtividade exponencialmente. Não há mais tempo perdido procurando informações ou reconstruindo contexto de atendimentos anteriores.
Com todos os dados centralizados, a empresa constrói uma visão 360° da jornada do cliente, permitindo personalização real de ofertas e antecipação de necessidades.
Clientes omnichannel gastam 30% mais que clientes de canal único e têm 30% maior valor de lifetime. Além disso, campanhas que utilizam três ou mais canais apresentam taxa de compra 287% maior que campanhas de canal único.
Use plataformas integradas que unifiquem CRM, atendimento e marketing em uma única visão. Todos os departamentos devem trabalhar com as mesmas informações, atualizadas em tempo real.
Implemente chatbots e IA para encaminhamento automático e personalização em escala, mas mantendo a capacidade de transferir contexto completo para atendimento humano quando necessário.
Garanta que marketing, vendas e atendimento não apenas usem as mesmas ferramentas, mas entendam a jornada completa do cliente e trabalhem com objetivos unificados.
Acompanhe métricas como satisfação do cliente, tempo de resposta, taxa de conversão e Net Promoter Score para ajustes constantes na estratégia.
Use o histórico completo de interações para criar ofertas, conteúdos e abordagens personalizadas que fazem sentido para cada cliente individual.
Na Hablla, a integração entre canais não é apenas técnica, é estratégica e conversacional. Nossa plataforma de Marketing Conversacional Integrado (MCI) une WhatsApp, CRM, chatbots, redes sociais e outros canais em uma jornada conversacional única, potencializada por IA generativa e automação inteligente.
✅ Unificação real de dados - Não apenas conectamos canais, criamos inteligência conversacional.
✅ IA contextual - Sistema que entende intenção e mantém contexto no atendimento.
✅ Automação humanizada - Tecnologia personalizável para atendimento tanto humano quanto pela IA.
✅ Personalização em escala - Milhares de conversas simultâneas, com a mesma qualidade de atendimento.
✅ Analytics preditivos - Dashboard com dados em tempo real para antecipar necessidades e otimizar estratégias.
A unificação dos canais é um passo obrigatório para empresas que querem crescer, fidelizar e se destacar no mercado atual. Omnichannel não é apenas tecnologia: é visão estratégica, processo otimizado e foco genuíno no cliente.
Não deixe que canais fragmentados continuem custando clientes e oportunidades para seu negócio. A Hablla oferece a solução completa de marketing conversacional integrado que unifica o atendimento em uma experiência prática e inteligente.
Estudo projeta que, até 2027, o setor de IA poderá consumir mais de 6 bilhões de metros cúbicos de água por ano. O gasto está ligado ao resfriamento de servidores, que exige intensa evaporação de água para manter os sistemas operando
Estudo das universidades de Colorado Riverside e da Texas Arlington estima que, até 2027, o setor de IA pode consumir mais de 6 bilhões de metros cúbicos de água por ano, equivalente à retirada total de quatro Dinamarcas.
O motivo está no processo de resfriamento dos servidores. Os sistemas operam em temperaturas extremamente altas, exigindo soluções de refrigeração intensivas que dependem principalmente da evaporação da água.
Segundo pesquisa divulgada pelo Washington Post em parceria com pesquisadores da Universidade da Califórnia, gerar um texto de 100 palavras no ChatGPT-4 consome, em média, 519 mililitros de água. Para dimensionar o impacto: a cada 1 resposta de até 100 palavras, meio litro de água potável é evaporado.
A Microsoft, um grande operador de data centers, diz que 42% da água que consumiu em 2023 veio de "áreas com estresse hídrico" (onde a demanda por água excede a quantidade disponível em um determinado local e período). No caso do Google, outro grande operador de data centers, 15% da água utilizada veio de áreas com "alta escassez de água".
"Estamos presenciando um paradoxo tecnológico: enquanto a IA promete resolver problemas globais, ela própria está criando uma pressão sem precedentes nos recursos hídricos mundiais", analisa Rodrigo Xavier, CEO da Hablla e especialista em SaaS e gestão da informação. "Os dados mostram que precisamos analisar melhor e urgentemente como utilizamos essas tecnologias".
Cada interação com ferramentas de IA é medida em tokens, unidades de processamento que representam palavras, caracteres ou conceitos. Quanto mais complexa a solicitação, maior o número de tokens processados e, consequentemente, maior o consumo de energia e água necessário para o resfriamento dos servidores.
“O consumo de recursos não está apenas na geração da resposta, mas no processamento de cada token”, explica Álvaro Magri, mestre em Ciência da Computação, pesquisador em bioinformática e CTO da Hablla. “Uma única consulta complexa pode envolver milhares de tokens, aumentando significativamente o impacto ambiental".
Diante deste cenário, o mercado aponta para a necessidade de ferramentas que controlem quando e como os recursos de inteligência artificial são utilizados.
"O futuro da IA sustentável passa por soluções que permitam às empresas definir estratégias precisas de uso de tokens e recursos computacionais", comenta Rodrigo. "Ferramentas que oferecem controle granular sobre quando um agente autônomo acessa bases de conhecimento podem representar economias significativas tanto em custos quanto em impacto ambiental".
Algumas soluções de mercado já permitem configurar agentes autônomos para que consultem bases de conhecimento apenas em momentos estratégicos, evitando processamentos desnecessários. Ainda segundo Rodrigo, esse tipo de funcionalidade já está presente em soluções como as desenvolvidas pela Hablla. “Esse tipo de funcionalidade representa um passo importante rumo ao equilíbrio no uso de tokens, por consequência, no consumo indireto de energia e água envolvido na operação de modelos de inteligência artificial".
Até 2026, o consumo de eletricidade de data centers, incluindo aqueles usados para o desenvolvimento e treinamento da inteligência artificial, pode aumentar até 1.050 TWh. Esse crescimento equivale a mais ou menos a demanda de eletricidade de toda a Suécia, conforme o relatório anual de eletricidade da Agência Internacional de Energia (AIE).
Além disso, a adesão a ferramentas de inteligência artificial cresce exponencialmente, aumentando, assim, o consumo de água para seu funcionamento. De acordo com Brad Lightcap, Diretor de Operações da OpenAI, o ChatGPT registra 400 milhões de usuários semanais. Dessa forma, o volume diário de água consumido pela plataforma poderia abastecer cidades pequenas por um dia inteiro.
“Com a inteligência artificial se tornando indispensável para diversos setores da economia, a questão não é mais se devemos usar essas tecnologias, mas como fazê-lo de forma responsável”, conclui Álvaro.
O mercado de CRM movimenta $101,4 bilhões em 2024 e está projetado para alcançar $262,74 bilhões até 2032. Esses números refletem uma realidade: empresas que dominam o relacionamento com clientes conquistam vantagem competitiva decisiva.
Mas aqui está o problema: enquanto o mercado cresce exponencialmente, 40% dos vendedores ainda usam planilhas e programas de e-mail para armazenar dados de clientes. Essa fragmentação não é apenas ineficiente, ela custa caro.
Quando suas informações ficam espalhadas entre sistemas diferentes, três coisas acontecem:
Sem o histórico completo do cliente, cada abordagem se torna um tiro no escuro. O resultado? 79% dos leads nunca se convertem por falta de acompanhamento eficiente (MarketingSherpa).
Marketing gera leads, mas vendas não sabe priorizá-los. O atendimento resolve problemas, mas não comunica oportunidades de upsell. A desconexão mata oportunidades.
Nada frustra mais um cliente do que explicar a mesma situação para pessoas diferentes da mesma empresa. Essa experiência fragmentada afasta clientes para a concorrência.
Um CRM tradicional é como um arquivo digital: armazena informações, mas não cria inteligência. Já o CRM integrado funciona como o sistema nervoso da sua operação comercial.
As empresas que implementam CRM integrado veem resultados concretos:
Na Hablla, potencializamos o CRM com nossa metodologia Marketing Conversacional Integrado (MCI). Não apenas conectamos dados, criamos conversas inteligentes que convertem.
Cada interação se torna uma oportunidade de aprendizado que melhora a precisão das próximas abordagens. Por consequência, seus clientes sentem que estão falando com uma empresa que realmente os conhece.
Não deixe que dados soltos continuem custando vendas para sua empresa. A Hablla oferece a solução completa de CRM integrado com inteligência conversacional que sua operação precisa para crescer.
A empresa de tecnologia Hablla foi certificada pela Meta como Business Solution Provider (BSP), tornando-se uma das provedoras oficiais no Brasil para a API do WhatsApp Business e outras soluções corporativas.
A empresa Meta, proprietária das plataformas WhatsApp, Instagram e Facebook, certificou a startup brasileira Hablla como uma nova Business Solution Provider (BSP) em seu programa global de parcerias. Com a designação, a empresa passa a ser uma fornecedora autorizada a distribuir e gerenciar o acesso à Interface de Programação de Aplicações (API) oficial do WhatsApp Business.
A inclusão da Hablla amplia o quadro de parceiros tecnológicos no país habilitados a oferecer a infraestrutura oficial da Meta para empresas que utilizam o aplicativo de mensagens em suas operações de comunicação. A função de um BSP é prover a conexão técnica entre as empresas e a API do WhatsApp, garantindo que o uso da ferramenta esteja em conformidade com as políticas da Meta.
O uso de canais de comunicação digital para fins comerciais é uma prática consolidada no mercado brasileiro. De acordo com dados da Statista de 2024, o Brasil possui mais de 147 milhões de usuários ativos no WhatsApp, o que posiciona o aplicativo como um canal central para interações entre empresas e consumidores. Além disso, 82% dos brasileiros já utilizam o WhatsApp para se comunicar com empresas, e 60% afirmam já ter feito compras pelo aplicativo, de acordo com relatório da Opinion Box.
A principal distinção técnica do modelo BSP é que a comunicação é processada através de uma infraestrutura que segue os protocolos de segurança e estabilidade da Meta. Isso representa uma alternativa ao uso de sistemas não oficiais, que podem apresentar riscos como instabilidade e violação dos termos de serviço da plataforma. Além disso, a parceria habilita os BSPs a terem acesso direto a canais de suporte técnico avançado da Meta e a receberem acesso antecipado a novas funcionalidades em desenvolvimento, que podem ser posteriormente disponibilizadas aos seus clientes.
Segundo Marcus Barboza, CRO da Hablla, a certificação tem implicações diretas na oferta de serviços da empresa. "Tornar-se um BSP nos permite fornecer aos nossos clientes a infraestrutura oficial da Meta. Na prática, isso significa que as soluções de comunicação que eles utilizam são construídas sobre a base tecnológica autorizada, o que é um fator relevante para a segurança e a escalabilidade das operações de comunicação", afirma.
O programa de BSPs da Meta é global e inclui empresas de tecnologia de diversos portes que passam por um processo de avaliação técnica e de negócios para obter a certificação.
O WhatsApp Business se tornou um dos canais mais importantes para relacionamento com clientes, vendas e atendimento. No entanto, para usar a plataforma de forma profissional e eficiente, é preciso conhecer os templates: mensagens pré-aprovadas pela Meta que garantem comunicação rápida, segura e conforme as regras do aplicativo.
Muita gente ainda vê os templates apenas como mensagens prontas, mas eles são muito mais do que isso. Quando bem utilizados, ajudam a reduzir custos, agilizar fluxos e oferecer experiências personalizadas. A seguir, você vai conhecer os principais tipos de templates, exemplos práticos e dicas para usá-los estrategicamente.
Templates (ou mensagens pré-formatadas) são textos aprovados pelo WhatsApp Business API para iniciar conversas com clientes fora da janela de 24 horas, enviar notificações ou realizar comunicações automáticas. Eles garantem compliance com as regras da plataforma, evitando bloqueios e garantindo uma comunicação consistente.
Para que serve: Enviar informações rápidas e objetivas, como confirmações, alertas, códigos de verificação ou status de pedidos.
Exemplos:
Dica estratégica: Crie mensagens diretas e claras. Use variáveis (como nome do cliente ou número do pedido) para personalizar, gerando mais confiança.
Para que serve: Informar o cliente sobre mudanças relacionadas à conta, planos, faturas ou alterações no cadastro.
Exemplos:
Dica estratégica: Antecipe dúvidas. Sempre que possível, inclua links ou instruções para ações rápidas (como “clique aqui para atualizar seus dados”).
Para que serve: Confirmar, alterar ou lembrar compromissos, reuniões, consultas ou entregas.
Exemplos:
Dica estratégica: Envie lembretes próximos ao horário do compromisso e ofereça a opção de reagendar diretamente pelo WhatsApp.
Para que serve: Divulgar novidades, lançamentos, promoções e eventos.
Exemplos:
Dica estratégica: Evite mensagens genéricas. Trabalhe a personalização com base no histórico do cliente, como “Olá, Ana, vimos que você gosta de calçados esportivos. Que tal ver nossa nova coleção?”.
Para que serve: Retomar contato com clientes inativos ou leads que não interagem há algum tempo.
Exemplos:
Dica estratégica: Crie um gatilho de valor. Ofereça algo que realmente desperte interesse, como uma condição especial ou conteúdo relevante.
Além de escolher o tipo certo de template, é importante seguir algumas recomendações para garantir resultados:
Na Hablla, você consegue criar, aprovar e gerenciar templates diretamente integrados ao WhatsApp Business API, com automação inteligente e fluxos personalizados. Isso garante mais eficiência na comunicação, redução de custos e uma experiência de atendimento alinhada às expectativas do cliente.
Dominar os diferentes tipos de templates no WhatsApp é um diferencial competitivo para empresas que desejam se comunicar com eficiência e inteligência. Cada template é uma oportunidade de entregar valor, gerar confiança e impulsionar vendas.Quer implementar templates personalizados e automação conversacional no seu negócio?
Nova política do WhatsApp Business muda cobrança por template e abre possibilidade de estender a janela de 24h
Desde 1º de julho de 2025, o WhatsApp Business Platform passou a operar com um novo modelo de cobrança e categorização de mensagens. A mudança, promovida pela Meta, substitui o sistema baseado em conversas por uma estrutura baseada em mensagens por template, o que traz impactos diretos para empresas que usam a plataforma como canal de relacionamento com seus clientes.
Historicamente, o WhatsApp Business API funcionava com um modelo de cobrança baseado em conversas: uma taxa era aplicada a cada janela de 24 horas iniciada pela empresa, após o envio de uma mensagem. Agora, a Meta migrou para um sistema de cobrança por mensagem de template (mensagens pré-formatadas aprovadas pela Meta), utilizadas para diferentes propósitos, como envio de segunda via, avisos ou campanhas.
Com a nova regra, cada mensagem de template enviada tem um custo, seja ela de marketing, autenticação ou utilidade. A única exceção são os templates de utilidade enviados dentro da janela de atendimento ao cliente, ou seja, em resposta a uma interação do usuário, que permanecem gratuitos.
Outra mudança importante: a janela de 24h agora só começa a contar após a resposta do cliente e, a cada nova resposta, ela é renovada por mais 24h. Isso permite conversas mais longas e interações mais fluídas sem cobrança adicional, desde que o cliente siga respondendo.
Além disso, a Meta também implementou faixas de volume para templates de utilidade e autenticação: empresas com maior uso podem se beneficiar de preços mais baixos por unidade.
A nova precificação representa um desafio e uma oportunidade para as empresas. Estratégias pouco planejadas, com disparos excessivos ou mensagens fora de contexto, podem gerar aumento nos custos. Por outro lado, empresas com boa gestão de jornada e foco em atendimento tendem a se beneficiar do engajamento gerado pela estratégia, além da gratuidade dos templates de utilidade dentro da janela de conversa, se usados corretamente.
Rodrigo Xavier, CEO da startup de marketing conversacional integrado, Hablla, comenta sobre a relevância dessas mudanças para o mercado. “Essa evolução na precificação do WhatsApp não é apenas uma alteração de custo, mas um catalisador para uma comunicação mais intencional e estratégica. As empresas agora são incentivadas a refinar suas mensagens, garantindo que cada interação agregue valor real ao cliente. É um movimento que, a longo prazo, pode elevar a qualidade das interações digitais e fortalecer o relacionamento entre marcas e consumidores”.
Diante desse novo cenário, especialistas indicam que a tecnologia emerge como pilar fundamental para a adaptação das empresas. “A automação e a inteligência artificial (IA) tornam-se ferramentas indispensáveis para gerenciar o volume de mensagens, otimizar o uso de templates e personalizar a comunicação em escala. A capacidade de integrar diferentes sistemas — como CRM, plataformas de atendimento e canais de comunicação — é vital para ter uma visão unificada do cliente e garantir que as mensagens certas sejam enviadas no momento certo, respeitando as novas diretrizes de precificação”, afirma Álvaro Magri, CTO da Hablla.
Álvaro também destaca a importância da infraestrutura tecnológica nesse contexto. “A complexidade crescente das interações digitais exige plataformas que possam auxiliar nessa comunicação de forma inteligente. A IA, por exemplo, pode contribuir para o atendimento rápido, a personalização de conteúdo e a identificação de oportunidades para o uso de templates de utilidade. A integração de sistemas, por sua vez, garante que os dados fluam livremente, permitindo que as empresas tomem decisões baseadas em informações precisas e reajam rapidamente às necessidades dos clientes, otimizando o uso dos templates e evitando custos desnecessários”.
O sucesso no novo ambiente do WhatsApp Business dependerá da capacidade das empresas de otimizar suas estratégias de comunicação. Isso inclui a revisão e o aprimoramento dos templates existentes, a criação de novos templates que se alinhem às categorias de utilidade e marketing, e a implementação de fluxos automatizados que garantam a conformidade com as políticas da Meta. A personalização em massa, impulsionada por dados e IA, será um diferencial competitivo, permitindo que as empresas entreguem mensagens relevantes e oportunas, sem culminar em custos excessivos.
Marcus Barboza, CRO da Hablla, enfatiza a necessidade de uma abordagem proativa. “As empresas precisam ir além da simples adaptação e buscar a otimização contínua. Isso envolve analisar o desempenho dos templates, testar diferentes abordagens e investir em plataformas que ofereçam a flexibilidade e a inteligência necessárias para navegar nesse novo cenário. O marketing conversacional, agora mais do que nunca, exige uma visão integrada que conecte marketing, vendas e atendimento ao cliente, com a IA no centro da estratégia para garantir que cada interação seja eficiente e eficaz”.
“As mudanças no WhatsApp Business Platform marcam uma nova fase na comunicação empresarial. Aquelas empresas que souberem se adaptar, investindo em tecnologia e estratégias de comunicação inteligentes, estarão mais bem posicionadas para prosperar nesse ambiente dinâmico, transformando os desafios em oportunidades para fortalecer o engajamento com seus clientes”, conclui Marcus.
A mudança da Meta marca um ponto de inflexão na comunicação corporativa via WhatsApp. Ainda segundo Marcus, “ela obriga o mercado a sair da lógica de ‘volume por presença’ para uma nova era de ‘valor por contexto’. Nesse cenário, metodologias que promovem a sincronia entre as áreas de marketing, vendas, CS e atendimento são cruciais, como a metodologia MCI (Marketing Conversacional Integrado). Para maximizar o engajamento e auxiliar na minimização de custos, outras soluções são recomendadas, como orquestração via IA generativa, automação inteligente e conversas guiadas por dados e contexto”.
O uso de agentes autônomos vem para suprir um cenário de vendas B2B cada vez mais competitivo e digital, onde a velocidade de resposta e a eficiência nos processos de qualificação tornaram-se ativos estratégicos. Com o ciclo de vendas mais complexo e consultivo, empresas que automatizam o primeiro contato sem perder o contexto comercial ganham uma vantagem relevante. É nesse ponto que entram os agentes autônomos.
Diferente de um chatbot tradicional que apenas responde comandos pré-definidos, o agente autônomo atua como uma extensão inteligente da equipe de vendas. Ele dá sequência em conversas, coleta dados, analisa o contexto, interage com múltiplas integrações (como CRM e plataformas de automação de marketing) e entrega o lead qualificado para o vendedor, já com contexto e próximos passos definidos.
Esse não é apenas um diferencial técnico: é uma resposta direta ao comportamento atual do comprador B2B, que exige agilidade, personalização e experiência fluida.
Todo processo de vendas tem gargalos. Normalmente, eles estão concentrados em:
Ao identificar esses pontos, você tem clareza sobre onde a automação com os agentes autônomos pode atuar com mais impacto, em um mercado B2B cada vez mais exigente.
Um bom agente autônomo não é apenas "resposta automática". Ele deve guiar o lead com base em:
A integração com o CRM é fundamental para que o vendedor receba os leads com todas as informações em mãos. Não basta gerar dados: é preciso garantir que eles vão acelerar a tomada de decisão. Além disso, o time precisa entender como usar o agente a favor das metas.
Empresas que implementam agentes autônomos em seus processos de vendas relatam:
Agentes autônomos não são mais uma tendência futurista, são uma necessidade real em um mercado B2B cada vez mais pressionado por agilidade e resultado. Integrá-los à sua operação comercial é dar um passo rumo a um funil mais inteligente, escalável e centrado na experiência do cliente.
Está na hora de tratar automação como parte da sua estratégia comercial. 👉 Fale com a gente e descubra como aplicar na sua empresa.
Nem todo lead que responde está pronto para comprar imediatamente, e isso representa uma oportunidade valiosa para nutrir esses contatos de forma estratégica, transformando interesse inicial em relacionamentos duradouros e clientes fiéis.
No universo das vendas, compreender que a decisão de compra é muitas vezes gradual pode ser o diferencial entre estagnar e crescer. Muitos leads entram em contato apenas para entender, comparar ou tirar dúvidas. Essa fase não deve ser encarada como um obstáculo, mas como o momento ideal para investir em relacionamento, fortalecendo a confiança e guiando o potencial cliente ao longo da jornada de compra.
De acordo com estudo da Salesforce, 79% dos leads gerados pelo marketing nunca chegam a ser convertidos em vendas. Isso mostra que o ciclo do cliente demanda mais do que uma abordagem direta e insistente.
Apesar da pressão por resultados rápidos, muitas equipes acabam descartando esses contatos. Mas a verdade é que, quando bem conduzidos, esses leads têm grande potencial para se tornarem clientes valiosos no médio e longo prazo.
Nutrir leads é construir relacionamento, entregar valor e educar o potencial cliente ao longo do tempo.
Segundo pesquisa da Forrester, empresas que adotam estratégias de nutrição de leads geram 50% mais vendas com custos 33% menores.
Além disso, leads que recebem conteúdos relevantes durante a jornada criam maior proximidade com a marca, aumentando as chances de compra futura.
Em vez de tentar vender imediatamente, ofereça informações que ajudem o lead a entender melhor seu produto, mercado ou solução. Isso constrói confiança e posiciona sua marca como especialista, facilitando o avanço do lead ao longo do funil.
Nem todos os leads têm o mesmo perfil ou necessidade. Usar dados comportamentais e demográficos para segmentar contatos e enviar mensagens personalizadas torna a nutrição mais eficiente e eficaz.
O uso de automação permite enviar conteúdos relevantes em cadências programadas, mantendo o lead engajado sem sobrecarregar a equipe comercial. Essa estratégia é fundamental para nutrir um grande volume de leads com qualidade e inteligência.
É importante lembrar que o “não” inicial pode significar apenas “não agora”. Com estratégias adequadas, sua empresa pode:
Sistemas de CRM integrados com automação e inteligência conversacional permitem monitorar o comportamento dos leads, segmentar a comunicação e escalar o relacionamento sem perder a personalização.
Por exemplo, agentes autônomos respondem dúvidas básicas imediatamente e qualificam leads para que o time de vendas se concentre em negociações mais complexas, aumentando a eficiência da nutrição.
Para garantir que a nutrição está funcionando, acompanhe:
Empresas que compreendem que nem todo lead está pronto para comprar agora, mas que toda interação pode gerar valor, estão à frente da concorrência. A chave está em investir em uma jornada estratégica, com automação inteligente e foco na experiência do cliente para manter o relacionamento ativo e qualificado.
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Sistemas de inteligência artificial que tomam decisões de forma independente já fazem parte do cotidiano de consumidores e empresas. Segundo relatório da Research Nester, o mercado global de agentes autônomos deve saltar de US$ 7,84 bilhões em 2025 para US$ 783,27 bilhões até 2037.
O mercado global de agentes autônomos, sistemas de inteligência artificial capazes de tomar decisões e executar tarefas sem intervenção humana constante, deve expandir de US$ 7,84 bilhões, em 2025, para US$ 783,27 bilhões até 2037. A projeção faz parte de um relatório divulgado pela consultoria Research Nester.
De acordo com o relatório, o crescimento do setor, com taxa média anual (CAGR) estimada em 42,5%, reflete a rápida adoção de tecnologias autônomas em diversos setores da economia.
Os números revelam a dimensão dessa transformação. De acordo com pesquisa global do Capgemini Research Institute, 32% dos executivos colocaram os agentes de inteligência artificial como a principal tendência tecnológica para 2025. Já segundo a National Retail Federation, os agentes de IA foram colocados como protagonistas do varejo ainda este ano,
Álvaro Magri, mestre em Ciência da Computação, pesquisador em bioinformática e CTO da Hablla, explica que o avanço foi incorporado ao cotidiano de forma gradual. "Quando um usuário pede a uma assistente virtual para tocar uma música ou recebe uma sugestão de filme personalizada em uma plataforma de streaming, há um agente autônomo processando dados e tomando decisões de forma independente", afirma.
A expectativa gerada pelo consumidor de ter interações digitais mais customizadas, personalizadas e proativas também pressiona empresas a adotarem soluções com maior nível de automação e inteligência. Estudo da McKinsey aponta que 71% dos consumidores esperam interações personalizadas e 76% se decepcionam quando elas não acontecem.
"O mercado tem demandado soluções que vão além da simples automação. Existe uma busca por experiências que utilizem o contexto e a intenção da conversa para gerar respostas mais assertivas", explica Marcus Barboza, Chief Revenue Officer da Hablla.
A startup brasileira desenvolveu uma plataforma de Marketing Conversacional Integrado (MCI), que incorpora agentes autônomos para gerenciar interações em canais como WhatsApp, centralizando atendimento, marketing e vendas.
"Quando falamos de agentes autônomos, não estamos falando de robôs que substituem pessoas, mas de parceiros inteligentes que amplificam nossa capacidade de criar conexões reais com clientes", explica Marcus. "É a diferença entre ter um atendente automático que segue um script rígido e ter um assistente inteligente que entende contexto, personaliza abordagens e aprende com cada interação".
Além do crescimento em volume de mercado, o avanço dos agentes autônomos também aponta para uma transformação no modelo de trabalho. De acordo com a pesquisa feita pela Inc. e Salesforce, 91% dos executivos estão otimistas sobre como a inteligência artificial ajudará seus negócios daqui para frente.
Para Álvaro, a tendência é que os agentes autônomos passem a atuar como extensões das equipes humanas, ampliando a capacidade de atendimento e resposta das empresas. "A evolução não está na substituição de pessoas, mas na criação de recursos que potencializam a produtividade e a capacidade de análise", afirma.
A era dos agentes autônomos, segundo o especialista, “já faz parte da realidade tecnológica de empresas e consumidores, com impactos diretos nas estratégias comerciais e operacionais de diferentes segmentos”.