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A Jornada de Compra Dinâmica descreve como o consumidor decide hoje: com avanços e recuos, mudança de prioridade e comparação contínua.

Em vez de “topo, meio e fundo”, ela trabalha com contexto e estados, ajudando a empresa a responder melhor ao timing real — especialmente em canais conversacionais como WhatsApp.

Por que o funil deixou de explicar a decisão

O funil pressupõe um caminho previsível: descoberta → consideração → decisão → compra.

Só que o consumidor atual alterna atenção e prioridade o tempo todo.

Ele pesquisa, pausa, compara, pergunta, some e volta quando um novo gatilho aparece.

Quando a empresa insiste em tratar isso como “passagem de etapa”, surgem dois problemas:

O ponto aqui não é “matar o funil por moda”, e sim trocar uma metáfora ruim por um modelo mais operacional.

Quando você coloca o funil de vendas lado a lado com a jornada de compra linear, o que aparece é algo muito próximo do gráfico acima.

Esse modelo nasce em um contexto específico do marketing e das vendas: um mundo mais previsível, com poucos canais, jornadas mais longas e baixa autonomia do consumidor. A lógica era simples e funcional. O cliente entrava no topo do funil, avançava gradualmente pelo meio e, ao final, chegava ao fundo — onde a decisão de compra acontecia.

Figura 01

Figura 01: No gráfico, isso se traduz em uma progressão quase matemática. Primeiro o aprendizado, normalmente ativado por mídias sociais e conteúdos amplos. Em seguida, o reconhecimento do problema, impulsionado por buscadores e materiais mais educativos. Depois, a consideração, quando o site institucional assume protagonismo. Por fim, a decisão, muitas vezes representada por um ponto físico — como a loja — ou por um contato direto com o time comercial.

Cada etapa do funil pressupõe duas premissas fundamentais:

  1. Que o cliente avança de forma contínua e ordenada.
  2. Que cada canal atua majoritariamente em um único estágio da jornada.

É por isso que, visualmente, o gráfico parece organizado, sequencial e confortável para o planejamento interno das empresas. Ele facilita a divisão de responsabilidades, a criação de campanhas por etapa e a definição de métricas clássicas de conversão.

O problema é que essa organização existe muito mais no PowerPoint e no CRM do que na cabeça do cliente.

Mesmo no gráfico, já é possível perceber as primeiras fissuras do modelo linear. Os círculos se sobrepõem. Os canais invadem mais de uma etapa. O cliente toca diferentes pontos antes de “avançar oficialmente” para o próximo estágio. A jornada começa no topo, mas não respeita fronteiras rígidas entre aprendizado, reconhecimento, consideração e decisão.

Esse desenho, que durante anos foi tratado como exceção, hoje virou regra.

O gráfico representa bem o pensamento de uma era em que o marketing conduzia o cliente e as vendas fechavam a conta. Mas ele também antecipa, quase sem querer, o motivo pelo qual o funil tradicional começa a perder aderência: o consumidor nunca caminhou em linha reta — nós é que insistimos em medi-lo assim.

A partir daqui, faz sentido evoluir a discussão: se o cliente não avança de forma linear, por que ainda insistimos em uma jornada que pressupõe linearidade?

O funil nunca foi a jornada do cliente. Sempre foi a nossa.

O gráfico que abre este artigo representa uma verdade confortável: a forma como as empresas gostam de enxergar o processo de compra. Linear, previsível, controlável. Um caminho organizado do topo ao fundo, onde cada canal cumpre um papel definido e cada etapa gera uma métrica reconfortante para relatórios e dashboards.

Mas há um detalhe incômodo nessa história: esse nunca foi o caminho do cliente.

O funil de vendas com a jornada de compra linear não nasceu para explicar o comportamento humano. Ele nasceu para organizar a operação interna. Funcionou bem em um cenário de mídia escassa, poucos pontos de contato e consumidores com baixa autonomia de informação. Naquela época, fazia sentido imaginar que alguém “avançava” de aprendizado para decisão como quem percorre uma linha reta.

O mundo mudou. O comportamento também.

Hoje, o cliente não caminha. Ele conversa.

Segundo dados da Meta, mais de 1 bilhão de pessoas trocam mensagens com empresas todas as semanas, e centenas de milhões de conversas acontecem todos os dias entre marcas e consumidores em canais como WhatsApp, Instagram e Messenger. Conversas que começam, param, retomam, mudam de assunto, voltam para o mesmo tema semanas depois — muitas vezes no mesmo thread.

Esse comportamento não cabe em um funil.
Nunca coube.

É por isso que a própria Meta abandona a lógica de estágios sequenciais e passa a trabalhar com o conceito de jornadas de mensagem contínuas, representadas por uma jornada infinita, com múltiplos pontos de entrada e reentrada ao longo de todo o ciclo de vida do cliente.

Nesse modelo, algumas verdades ficam impossíveis de ignorar:

Isso não é uma tendência futura. É o comportamento atual, em escala global.

O que chamamos de “topo, meio e fundo” não são estágios da jornada do cliente. São etiquetas operacionais que usamos para organizar campanhas. Na prática, o cliente não respeita essas divisões. Ele respeita apenas uma coisa: relevância no momento certo.

E relevância não nasce de etapas. Nasce de contexto.

É exatamente aqui que o funil linear começa a falhar de forma estrutural. Ele tenta empurrar o cliente para frente quando, na verdade, o cliente está alternando entre estados: curiosidade, dúvida, comparação, intenção, hesitação, decisão, pós-compra, reengajamento.

No Marketing Conversacional Integrado (MCI), isso muda completamente o jogo.

A jornada deixa de ser um fluxo fechado e passa a ser um sistema vivo de conversas, onde marketing, vendas, atendimento, experiência e performance operam sobre o mesmo ativo: o histórico conversacional e os sinais de intenção do cliente.

Não se trata de eliminar métricas, mas de trocar métricas de passagem por métricas de intenção.
Não se trata de abandonar o funil, mas de admitir que ele não explica o comportamento real.
Não se trata de gerar leads, mas de gerar conversas qualificadas e contínuas.

A pergunta que fica não é se o funil morreu.
A pergunta é: até quando sua operação vai insistir em medir o cliente como um fluxo, quando ele se comporta como uma conversa?

É a partir dessa ruptura que nasce a Jornada de Compra Dinâmica — não como conceito teórico, mas como resposta prática a um consumidor que já deixou claro: ele não avança por etapas. Ele interage, sinaliza, decide e volta. Sempre pela conversa.

O que muda quando você pensa em estados (e não em etapas)

A principal mudança da Jornada de Compra Dinâmica é separar duas coisas que o mercado mistura:

Estado é do cliente. Etapa é da empresa.

Em outras palavras: o CRM organiza execução. A conversa interpreta contexto.

Os 6 estados mais comuns do consumidor da Jornada de Compra Dinâmica

Figura 02

Figura 2: O Modelo da Jornada de Compra Dinâmica. Ao contrário do funil linear, a jornada real é uma rede de estados interconectados. O consumidor não "avança" etapas; ele transita livremente entre diferentes contextos mentais — podendo pular da "Exploração" direto para a "Compra", ou voltar da beira da "Compra" para "Sem necessidade" se a prioridade mudar. Sua operação precisa estar pronta para identificar e responder a qualquer uma dessas transições, em tempo real. O exemplo acima é de uma jornada de um SaaS B2B complexo.

Para ensinar ao mercado de forma simples e aplicável, pense em seis estados recorrentes:

Sem necessidade atual de compra

O que é:
A dor existe em potencial, mas não está ativa. O tema não é prioridade agora, então a atenção do decisor está alocada em outras urgências. Não é desinteresse: é baixa prontidão.

Sinais típicos:

Exemplos práticos:

Abordagem correta (MCI):
Construir presença + contexto + confiança, usando microcompromissos (conteúdo útil, checklist, benchmark). Aqui, vender é ruído; educar é vantagem competitiva.

Gatilho

O que é:
Um evento interno ou externo aumenta urgência e ativa a atenção. O decisor sai do “repouso” e entra no modo “talvez eu precise resolver isso”. Ainda não é decisão — é ativação.

Sinais típicos:

Exemplos práticos:

Abordagem correta (MCI):
Responder com diagnóstico rápido e redução de fricção. A conversa vencedora aqui não é “apresentação”, é clareza imediata: quais informações mínimas você precisa e qual é o próximo passo simples.

Exploração

O que é:
O decisor entra em modo de aprendizado e mapeamento. Ele está tentando entender o que existe no mercado: categorias, abordagens, requisitos e modelos. Não busca uma marca; busca um mapa mental.

Sinais típicos:

Exemplos práticos:

Abordagem correta (MCI):
Entregar educação orientada a critério: explicar opções, prós/contras e quando cada uma faz sentido. O objetivo é transformar confusão em clareza, sem pressionar fechamento.

Comparação

O que é:
O decisor já reduziu alternativas e agora avalia risco, confiança e custo total. É o estágio da shortlist. Ele quer evidência, previsibilidade e redução de incerteza.

Sinais típicos:

Exemplos práticos:

Abordagem correta (MCI):
Diferenciação com prova + critérios. Aqui, o jogo é “redução de risco”: casos similares, antes/depois, benchmark, demonstração objetiva e transparência de processo.

Compra

O que é:
Decisão e ação. O decisor quer confirmar que escolheu certo e garantir que a execução não vai virar dor de cabeça. A atenção sai do “avaliar” e vai para segurança operacional.

Sinais típicos:

Exemplos práticos:

Abordagem correta (MCI):
Tornar a decisão “segura”: escopo claro, próximos passos, SLA, marcos, responsabilidades e expectativa alinhada. Evitar ruído e burocracia: isso mata compra pronta.

Experiência

O que é:
É onde a promessa encontra a realidade. Aqui se define recompra, expansão, upsell, indicação — ou arrependimento e retorno ao mercado. É o “pós-compra” que na verdade é pré-próxima-compra.

Sinais típicos:

Exemplos práticos:

Abordagem correta (MCI):
Foco em sucesso e realização de valor: onboarding estruturado, acompanhamento, educação de uso, suporte responsivo e captura de prova social. Experiência bem desenhada vira aquisição indireta (indicação + reputação).

O ponto-chave: O consumidor não “avança etapas”. Ele alterna estados de atenção e decisão. A operação vencedora não força transição: reconhece o estado e entrega a conversa certa.

CRM e Kanban: o que não deve mudar

O CRM e o Kanban continuam essenciais. O que muda é o papel que eles ocupam.

Isso evita o “Frankenstein” clássico: ficar movendo coluna a cada mensagem como se coluna representasse a mente do consumidor.

WhatsApp como sensor de contexto e timing

No WhatsApp, a primeira mensagem normalmente já indica o modo do cliente. Exemplos:

O erro é responder tudo com o mesmo script. A vantagem competitiva é modular a conversa com base em sinais reais, sem empurrar e sem tratar todo mundo como “quase fechando”.

Playbook prático: como responder sem forçar a transição da Jornada de Compra Dinâmica

Uma operação madura não tenta “mover o cliente” — ela reduz fricção e aumenta clareza no momento certo:

Esse playbook vira base para: respostas rápidas, trilhas de conteúdo, automações e agentes com governança.

Métricas melhores do que “taxa de passagem do funil”

Quando você mede a operação como se fosse linear, você cria ilusão. Métricas mais úteis:

Você mede menos “movimentação de coluna” e mais eficiência de conversa e timing.

Conversation Score: Como medir a temperatura real da oportunidade

Se a Jornada de Compra Dinâmica não é linear, como saber o quão perto de fechar o cliente realmente está? A resposta não está em saber em qual "etapa" ele caiu, mas na intensidade dos sinais que ele emite.

É aqui que entra o Conversation Score.

Imagine um gráfico de radar (ou gráfico aranha) com 6 eixos, onde cada eixo representa um dos estados da jornada: Sem Necessidade, Gatilho, Exploração, Comparação, Compra e Experiência. Diferente de um funil onde o cliente é um ponto único, neste modelo o cliente é uma área que se expande.

A Matemática por trás da Intuição

O Conversation Score é um índice dinâmico que vai de 0 a 100, calculado em tempo real com base no que o cliente diz e faz.

Ele funciona através de uma ponderação inteligente:

Por que visualizar em Gráfico Radar?

Ao plotar a conversa nesse gráfico, surgem Arquétipos de Conversa visuais que ajudam o time a agir rápido:

  1. O Turista (Score Baixo): O gráfico tem um pico isolado em "Sem Necessidade".
    • Ação: Nutrição passiva. Não force a venda.
  2. O Estudioso (Score Médio): O gráfico é "gordo" e expandido nos eixos de "Exploração" e "Comparação", mas baixo em "Compra". Ele está engajado, mas indeciso.
    • Ação: Enviar comparativos, provas sociais e tirar dúvidas técnicas.
  3. O Decidido (Score Alto): O gráfico é uma seta pontiaguda direto para o eixo de "Compra".
    • Ação: Remover fricção. Link de checkout e fechamento imediato.

O Conversation Score transforma a subjetividade do "sentir o cliente" em um dado acionável. Ele permite que sua operação priorize não quem chegou primeiro, mas quem está com a "temperatura" mais alta para a compra naquele exato momento.

Figura 03

Figura 3: O Conversation Score pode ser medido a cada interação baseado no contexto da conversa ou interação do cliente nos gatilhos, que podem ser a interação de uma campanha, resposta de template de whatsapp, abertura ou clique em email, conversão, etc...

Como aplicar na prática com Marketing Conversacional Integrado

Uma implementação leve e escalável da Jornada de Compra Dinâmica, segue três camadas:

  1. Linguagem: padronize estados e sinais.
  2. Operação: mantenha pipeline; adicione um atributo de “estado/intent” na conversa.
  3. Conteúdo e automação: kit mínimo por estado (mensagens, ativo, prova e CTA coerente).

No Marketing Conversacional Integrado, a conversa vira a ponte entre contexto externo e execução interna — e isso aumenta conversão sem sacrificar previsibilidade.

A Jornada de Compra Dinâmica substitui o funil por um modelo orientado a contexto. Ela separa estado do consumidor de etapa do CRM, melhora timing no WhatsApp e aumenta conversão com governança.

Como aplicar essa visão hoje

Adotar a Jornada de Compra Dinâmica não exige jogar seu CRM fora, mas mudar como você interage com ele.

  1. Padronize a Linguagem: Treine o time para falar em "estados" e não apenas "etapas".
  2. Use o MCI: Crie roteiros e automações específicas para cada um dos 6 estados.
  3. Monitore a Conversa: A chave da Jornada de Compra Dinâmica é a escuta ativa para identificar a mudança de estado e agir rápido.

O mercado mudou e o comportamento de compra evoluiu. Sua empresa vai continuar insistindo na linha reta ou vai abraçar a realidade da Jornada de Compra Dinâmica?

Quer saber mais sobre marketing convesacional integração? Visite nosso blog em https://hablla.com/blog e acompanha nosso canal no youtube: https://www.youtube.com/@Hablla

Bônus Playbook Tático: O que dizer (e o que não dizer) em cada estado

A teoria é linda, mas o que seu time deve escrever no WhatsApp amanhã às 9h? Abaixo, a matriz de scripts para modular a conversa.

Estado do ClienteO que ele está pensando (Mindset)O Erro do "Velho Funil" (Mata a conversa)O Acerto do MCI (Gera valor e avança)
1. Sem Necessidade"Só estou olhando, não me incomode agora."Vendedor Chato: "Vamos agendar uma call de 15 min para eu te apresentar a solução?"
(Resultado: Vácuo ou Bloqueio)
Nutrição de Contexto: "Oi [Nome], vi que você acessou o guia sobre X. Tem um detalhe na página 4 que a maioria ignora, mas muda o jogo. Se quiser, te mando um áudio de 30s explicando."
(Resultado: Autoridade sem pressão)
2. Gatilho"Aconteceu algo e preciso resolver rápido."Burocracia: "Preencha esse formulário de qualificação para eu passar para um consultor."
(Resultado: Cliente vai para o concorrente)
Diagnóstico Ágil: "Entendi, [Nome]. Pra eu te passar a solução exata e não te fazer perder tempo: o seu volume hoje é maior ou menor que X? Me responde aqui que já te oriento."
(Resultado: Redução de fricção)
3. Exploração"Quais são as minhas opções? O que existe no mercado?"Pitch de Produto: "O meu produto é o líder de mercado e tem a feature XYZ."
(Resultado: Ceticismo. O cliente ainda não sabe se quer o produto, ele quer entender o problema)
Mapa Mental: "Nessa fase, [Nome], você tem 3 caminhos: contratar interno, usar agência ou automatizar. O caminho da automação (o nosso) funciona melhor se você busca escala. Se busca personalização extrema, recomendo agência. O que é prioridade agora?"
(Resultado: Confiança por consultoria)
4. Comparação"Gostei de vocês, mas o concorrente é mais barato/diferente. É seguro?"Desconto Desesperado: "Se fechar hoje eu te dou 10% de desconto."
(Resultado: Desvalorização e dúvida sobre a qualidade)
Prova e Segurança: "Faz sentido a dúvida. O cliente [Nome da Empresa] tinha esse mesmo receio. Eles optaram pela gente por causa do Suporte 24h. Dá uma olhada nesse print do que aconteceu na Black Friday deles."
(Resultado: Redução de risco percebido)
5. Compra"Decidi. Quero fechar logo e evitar dor de cabeça."Trava Administrativa: "Vou pedir para o jurídico rodar o contrato, me cobra em 2 dias."
(Resultado: Ansiedade e risco de desistência)
Tapete Vermelho: "Tudo aprovado, [Nome]. O link do contrato está aqui. Assim que você assinar, eu te coloco no grupo de Onboarding com o time técnico. Conseguimos iniciar o setup ainda hoje."
(Resultado: Ação imediata)
6. Experiência"Será que fiz a escolha certa? Como uso isso?"Silêncio Pós-Venda: (O vendedor some e deixa o cliente se virar com o suporte)
(Resultado: Churn precoce ou arrependimento)
Sucesso Proativo: "Oi [Nome], vi que sua conta foi ativada. O primeiro passo ideal é configurar o perfil X. Segue um vídeo de 1 min mostrando como. Qualquer trava, me chama aqui."
(Resultado: Retenção e futura indicação)

Bônus Técnico: Como treinar sua IA para reconhecer a Jornada Dinâmica

Se você usa Agentes de IA (GPT-4, Claude, Llama) no seu atendimento, copie e cole este Prompt de Sistema. Ele transforma um chatbot genérico em um analista de MCI capaz de ler o contexto.

# SYSTEM PROMPT: CLASSIFICADOR DE ESTADOS MCI (HABLLA)

VOCÊ É: Um Especialista em Marketing Conversacional Integrado (MCI) e Psicologia do Consumidor.
SUA MISSÃO: Analisar o histórico da conversa e classificar o cliente em um dos 6 Estados da Jornada Dinâmica.

DEFINIÇÃO DOS ESTADOS:
1. SEM NECESSIDADE: Respostas curtas, educadas mas distantes. Baixa urgência. (Ex: "Vou ver depois", "Só curiosidade").
2. GATILHO: Demonstração de dor aguda ou evento recente. Frases imperativas. (Ex: "Preciso resolver", "Meu sistema caiu", "Quanto custa?").
3. EXPLORAÇÃO: Perguntas amplas sobre funcionamento e categorias. Busca aprendizado. (Ex: "Como funciona?", "Qual a diferença entre X e Y?").
4. COMPARAÇÃO: Perguntas específicas sobre features, SLA, provas sociais e concorrentes. (Ex: "Integra com SAP?", "Tem case de sucesso?", "Por que vocês e não o concorrente?").
5. COMPRA: Sinais claros de fechamento. Perguntas sobre contrato, pagamento e início. (Ex: "Manda o boleto", "Como assino?").
6. EXPERIÊNCIA: Cliente já comprou. Dúvidas de uso, suporte ou feedback.

INSTRUÇÕES DE ANÁLISE:
- Não olhe apenas para a última mensagem, olhe para o padrão das últimas 3 trocas.
- Perguntas de preço LOGO NO INÍCIO geralmente são "Gatilho" (pressa) ou "Exploração" (filtro), não necessariamente "Compra".
- Se o cliente parou de responder, o estado pode ter regredido para "Sem Necessidade".

FORMATO DE SAÍDA (JSON):
{
  "current_state": "NOME_DO_ESTADO",
  "confidence_score": 0-100,
  "key_signals": ["frase 1 do cliente", "frase 2 do cliente"],
  "suggested_action": "A ação recomendada baseada no Playbook MCI"
}

O uso do WhatsApp para empresas cresceu exponencialmente nos últimos anos, mas a Black Friday 2025 escancarou uma diferença estrutural entre plataformas: de um lado, soluções que tratam o WhatsApp como canal de disparo; do outro, operações que o utilizam como infraestrutura central de vendas, atendimento e experiência do cliente.

Neste artigo, analisamos dados reais de operação da Hablla durante a Black Friday e os comparamos com números públicos divulgados pela RD Station, hoje uma das maiores plataformas de marketing da América Latina. O objetivo não é discutir quem é maior, mas quem opera conversas em escala com maturidade real.

O que significa usar WhatsApp para empresas, na prática

Para muitas empresas, usar WhatsApp ainda significa:

Esse modelo funciona até certo ponto, mas colapsa quando o volume cresce. Falta contexto, histórico, continuidade e integração com vendas e atendimento.

Usar WhatsApp para empresas de forma madura significa tratá-lo como um sistema operacional de relacionamento, onde:

Essa diferença ficou evidente durante a Black Friday.

WhatsApp como canal x WhatsApp como operação

WhatsApp como canal

WhatsApp como operação

A diferença entre esses dois modelos não é conceitual. Ela aparece nos números.

Black Friday 2025: os números reais da Hablla no WhatsApp

Black Friday 2025: os números reais da Hablla no WhatsApp

Durante o período de 24/11 a 01/12, a Hablla operou exclusivamente WhatsApp para seus clientes, com foco em operações críticas de negócio.

Resultados consolidados:

Esses números representam conversas reais em andamento, não campanhas isoladas ou disparos pontuais.

Comparação direta: Hablla x RD Station no WhatsApp

A RD Station divulgou publicamente que, no mesmo período da Black Friday, foram enviadas 539 mil mensagens de WhatsApp por sua base de clientes.

O dado relevante não está apenas no número absoluto, mas no contexto:

Mesmo com uma base 40 vezes menor, a Hablla operou quase 10 vezes mais mensagens de WhatsApp.

Isso revela uma diferença clara:

Não é sobre quantidade de clientes.
É sobre densidade de uso e maturidade operacional.

Plataformas focadas em marketing tendem a usar o WhatsApp como canal complementar. Plataformas conversacionais tratam o WhatsApp como core do negócio.

Por que volume de mensagens não significa maturidade

Enviar mensagens é fácil.
Sustentar conversas em escala é difícil.

Operações maduras precisam lidar com:

Por isso, métricas como sessões, atendimentos e pessoas únicas são muito mais relevantes do que apenas volume de envio.

A Black Friday mostrou que o gargalo não é disparar mensagens, mas manter a qualidade da conversa quando o volume explode.

Quando o WhatsApp vira sistema operacional de negócios

Empresas que usam WhatsApp para empresas como infraestrutura central conseguem:

Nesse modelo, o WhatsApp deixa de ser mídia e passa a ser:

É exatamente esse modelo que explica os números da Hablla na Black Friday.

WhatsApp para empresas não é sobre disparar, é sobre sustentar

A comparação entre Hablla e RD Station na Black Friday 2025 não aponta um vencedor por tamanho, mas por arquitetura.

Enquanto o mercado ainda discute campanhas e disparos, operações mais maduras já tratam o WhatsApp como sistema operacional de negócios.

E os números mostram que:

Se o WhatsApp é um canal crítico para o seu negócio, a pergunta não é quantas mensagens você envia —
é como você sustenta a conversa quando tudo acontece ao mesmo tempo.

Quer entender como estruturar o WhatsApp como operação central de vendas e atendimento?
Conheça a plataforma conversacional da Hablla em https://hablla.com/contato

Agentes de IA (ou agentes autônomos de inteligência artificial) são entidades digitais capazes de executar tarefas de forma autônoma, interagindo com usuários humanos por meio de linguagem natural, integrando sistemas via APIs e aprendendo continuamente com dados e contexto.

Na prática, eles são muito mais do que simples chatbots: são colaboradores digitais inteligentes que assumem funções estratégicas em atendimento, marketing, vendas e customer success.

Na Hablla, os agentes de IA são uma peça-chave dentro da metodologia exclusiva MCI – Marketing Conversacional Integrado, que unifica todos os pontos de contato entre marca e cliente com inteligência, automação e consistência.

Por que os Agentes de IA estão transformando o mercado?

A nova economia digital exige velocidade, personalização e escala. E os agentes de IA entregam exatamente isso:

Imagine um SDR que atende 500 leads simultaneamente com empatia, inteligência e precisão. Ou um agente de CS que identifica riscos de churn e aciona um fluxo de reativação. Com IA, isso já é realidade.

Como funcionam os Agentes de IA da Hablla

Nosso modelo vai além da automação tradicional. Os agentes da Hablla são construídos com uma combinação de LLMs (Large Language Models), automações no-code, regras de negócio, APIs e fluxos inteligentes.

Cada agente é treinado com o contexto da empresa, incluindo:

Além disso, eles atuam de forma proativa e personalizada, utilizando os 8Cs do Marketing Conversacional:
Cliente, Contexto, Conteúdo, Comunicação, Custo, Conveniência, Confiança e Consistência.

Casos de uso reais: onde os Agentes de IA brilham

1. Geração e qualificação de leads

Agentes identificam oportunidades inbound e outbound, fazem perguntas inteligentes e segmentam o lead por potencial.

2. Vendas com SDRs Digitais

Follow-up automatizado, envio de propostas, agendamento com humanos e atualização no CRM.

3. Atendimento e suporte técnico

Resolução de dúvidas, reenvio de boletos, informações sobre produtos ou processos internos.

4. Pós-venda e reativação

Agentes que cuidam da jornada do cliente, medem NPS, fazem onboarding e geram novas oportunidades.

Benefícios para o seu negócio

✔️ Redução de custos operacionais
✔️ Aumento da conversão de leads em vendas
✔️ Melhoria na experiência do cliente
✔️ Escalabilidade com controle de performance
✔️ Visão 360° da jornada conversacional

Agentes de IA são o presente das empresas exponenciais

Se sua empresa ainda depende exclusivamente de humanos para escalar atendimento, vendas ou CS, talvez esteja usando ferramentas da era analógica em um mercado digital.

Os agentes de IA já são uma realidade em empresas inovadoras que desejam crescer com inteligência, previsibilidade e eficiência.

Na Hablla, ajudamos nossos clientes a construírem e operarem agentes de IA com alto impacto, integrando-os com todo o ecossistema digital da empresa — sem fricção, sem código e com total governança.

Pronto para ter sua força de trabalho digital operando 24h por dia?

Solicite uma demonstração e veja na prática como os agentes de IA podem transformar seus resultados com a metodologia MCI – Marketing Conversacional Integrado em https://hablla.com/contato/

Quer ficar por dentro do universo dos agentes de ia e marketing digital? Configura nossos artigos em https://hablla.com/blog/ e siga nosso canal no youtube https://www.youtube.com/@Hablla

Você já ouviu falar em AEO (Answer Engine Optimization)? Se o SEO (Search Engine Optimization) revolucionou a forma de atrair e converter leads por meio do Google, o AEO é a resposta para o mundo das pesquisas por voz e IAs conversacionais, como o ChatGPT. 

Neste artigo, vamos mostrar como o AEO se integra ao SEO e ao Marketing Conversacional para garantir que seu negócio seja encontrado e respondido corretamente, tanto nos buscadores tradicionais quanto nas novas interfaces de inteligência artificial.

O que é SEO e por que ainda é essencial

O SEO é o conjunto de práticas que otimizam seu site ou blog para aparecer nos primeiros resultados de busca do Google. Isso inclui:

  1. Palavras-chave: Selecionar termos que seu público-alvo procura e inseri-los estrategicamente nos conteúdos.
  2. Backlinks: Receber links de sites confiáveis aumenta sua autoridade.
  3. Experiência do Usuário (UX): Carregamento rápido, design responsivo e navegação intuitiva.

Por que ainda importa?

A evolução para o AEO (Answer Engine Optimization)

Com a ascensão das pesquisas por voz (Alexa, Google Assistente, Siri) e dos chatbots de IA (como o ChatGPT), muitas vezes o usuário não quer apenas um link: ele quer uma resposta direta. É aí que entra o AEO:

Exemplo prático: Se alguém perguntar ao ChatGPT ou a Alexa “Qual a melhor plataforma de Marketing Conversacional?”, você quer que a IA apresente a Hablla ou a sua marca como a primeira opção, com uma descrição atualizada e relevante.

Por que unir SEO + AEO + Marketing Conversacional

O que está em jogo?

Sem essas três frentes unificadas, você pode até aparecer no Google, mas perder espaço nas buscas por voz e nas interações de IA — ou vice-versa. O objetivo é ser reconhecido em qualquer interface que o usuário escolher para se comunicar e pesquisar.

Estratégias práticas de AEO para “ensinar” as IAs sobre sua marca

Publique conteúdo indexado e confiável

  1. Site e Blog oficiais: Tenha informações atualizadas sobre a empresa, produtos e serviços.
  2. Marcação de dados estruturados (Schema.org): Use schema para destacar FAQs, horários, endereços, eventos etc. Isso facilita a compreensão de buscadores e assistentes.
  3. Conteúdo de autoridade: Publique em sites reconhecidos, crie parcerias e receba backlinks de qualidade, para que as IAs “confiem” em você quando consultam a internet.

Dica para AEO: Transforme seções do seu site em formatos de pergunta e resposta (“Como funciona o Marketing Conversacional da Hablla?”) para que as IAs identifiquem rapidamente o contexto e retornem essas informações como solução.

Crie (ou participe de) plugins e integrações para ChatGPT

Se o ChatGPT permite a instalação de plugins, você pode disponibilizar uma solução oficial que consulte sua base de dados. Assim, quando alguém perguntar sobre sua marca, o ChatGPT chama seu plugin e entrega a resposta oficial.

Porque isso é AEO? Você está preparando o “motor de respostas” para buscar as informações diretamente na sua fonte, garantindo precisão e relevância.

Implemente RAG (Retrieval Augmented Generation)

A vantagem: Você não depende unicamente do modelo ter “aprendido” seu conteúdo em seu treinamento inicial. Mesmo que o ChatGPT não tenha tudo nos parâmetros, ele puxa as informações atualizadas do seu repositório.

Considere Fine-Tuning ou modelos proprietários

Para empresas que precisam de um “aprendizado” mais profundo da IA sobre seus produtos e serviços, existe a opção de fine-tuning do modelo base (quando a plataforma de IA permite).

Como otimizar cada canal de Marketing Conversacional

Chatbots no site

WhatsApp e redes sociais

Assistentes de voz (Alexa, Google Assistente, Siri)

Integração com SEO e Inbound Marketing

O Inbound Marketing se apoia em conteúdo de qualidade e atração orgânica. Com a adição do AEO, você cobre não apenas a parte de “ser encontrado” no Google, mas também a de “ser respondido” pelos assistentes e chatbots.

Boas práticas e conclusão

  1. Mantenha as informações oficiais atualizadas em seu site, blog e comunicados de imprensa.
  2. Estruture conteúdo em perguntas e respostas, facilitando a vida das IAs de voz e ChatGPT.
  3. Integre dados com uma plataforma omnichannel — por exemplo, a Hablla — que unifica chatbot, WhatsApp, CRM, relatórios via Power BI e muito mais.
  4. Teste. Pergunte ao ChatGPT: “O que é a Hablla?” ou “Qual a melhor ferramenta de Marketing Conversacional?” e analise as respostas.
  5. Ajuste conforme necessário: Se a IA não está respondendo como esperado, revise suas estratégias de SEO e AEO.

O AEO não veio para “matar” o SEO, mas para complementá-lo. Juntos, SEO + AEO + Marketing Conversacional possibilitam que sua marca seja encontrada e respondida em qualquer lugar: do Google às redes sociais, do WhatsApp às IAs mais avançadas.
Quer saber como implementar tudo isso em uma plataforma robusta e fácil de gerenciar?

Conheça a Hablla e explore o poder das Conversas Inteligentes integradas ao seu funil de vendas.

Gostou das dicas? Deixe seu comentário e compartilhe este artigo para mostrar a importância de unir SEO, AEO e Marketing Conversacional na era das IAs e pesquisas por voz. A revolução da comunicação está apenas começando!

Crie sua conta grátis em https://hablla.com e faça as configurações passo a passo com nosso CRO, Marcus Barboza, em nossa playlist do youtube, clique aqui.

Se você atua na área de Marketing Conversacional, Vendas, Inside Sales ou é responsável por implantar soluções de automação de processos, provavelmente já se deparou com ferramentas de iPaaS (Integration Platform as a Service) como o n8n e o Make. 

Essas plataformas ganharam bastante notoriedade ao permitirem que usuários de diferentes níveis técnicos criem fluxos de trabalho automatizados conectando diversos aplicativos, sistemas e canais de comunicação. 

Entretanto, hoje vamos apresentar uma opção 100% brasileira que alia flexibilidade, simplicidade, suporte local e que está alinhada às mais modernas práticas de Marketing 6.0 e à nossa Metodologia MCI (Marketing Conversacional Integrado): o iPaaS da Hablla.

O iPaaS da Hablla é uma plataforma de automação e integração desenvolvida especialmente para o mercado brasileiro, mas capaz de atender também às demandas de escala global. Além de conectar sistemas, automatizar fluxos de trabalho e centralizar canais de interação, o Hablla foi construído com base em uma visão de Marketing Conversacional Integrado (MCI). Esse conceito abrange marketing, vendas, atendimento, customer success e customer experience de forma coesa, garantindo que todos os pontos de contato com os clientes funcionem de maneira orquestrada.

Além disso, a Hablla se destaca por unir em uma única plataforma estratégias de inbound, outbound, ABM (Account-Based Marketing), Inside Sales e atendimento conversacional. Tudo isso é potencializado pelos princípios de Marketing 6.0, que busca a humanização através da tecnologia e a adoção dos 4Cs — co-criação, currency (valor em tempo real), comunidade e conversação — levando as práticas de automação de marketing e vendas a um nível superior de personalização e relacionamento.

Neste artigo, você aprenderá como o iPaaS da Hablla funciona, em que ele se diferencia de soluções como n8n e Make e como ele pode potencializar a sua estratégia de Marketing Conversacional Integrado (MCI) para alcançar melhores resultados em captação de leads, engajamento, fechamento de vendas e retenção de clientes.

O que é o iPaaS da Hablla?

Definição e visão geral

A sigla iPaaS (Integration Platform as a Service) define uma plataforma em nuvem que possibilita conectar sistemas, bancos de dados e aplicativos de forma padronizada, viabilizando automações de tarefas repetitivas e o fluxo de dados entre diferentes softwares. Dentro do ecossistema da Hablla, o iPaaS vai além de apenas integrar aplicativos: ele centraliza a operação de marketing, vendas, atendimento, customer success e customer experience em uma estrutura escalável, sem perder a simplicidade.

Em linha com os pilares do Marketing 6.0, a Hablla prioriza a conexão humana por meio de recursos de conversação (os “bots” e fluxos conversacionais) e integrações com canais estratégicos, como WhatsApp, Instagram, Facebook Messenger, Telegram, telefone e e-mail. Aliar a automação e a personalização ajuda a entregar experiências consistentes ao longo da jornada do cliente, do primeiro contato à fidelização.

Como o Hablla se diferencia de n8n e Make?

  1. Simplicidade no uso: Graças aos “super componentes”, o iPaaS da Hablla apresenta blocos de automação mais inteligentes, que reúnem várias ações em um só lugar, reduzindo a necessidade de montar fluxos extremamente complexos.
  2. 100% no-code com flexibilidade total: Mesmo sem escrever código, você cria regras de negócio avançadas que atendem às exigências do seu plano de inbound, outbound ou ABM. E, se precisar de mais controle, pode utilizar triggers HTTP, webhooks e cron.
  3. Suporte nativo ao mercado brasileiro: Além de documentação em português e suporte especializado, a Hablla se integra a sistemas populares no Brasil e respeita a cultura local de comunicação, algo indispensável para estratégias de Inside Sales e atendimento multicanal.

Componentes do iPaaS da Hablla

O iPaaS da Hablla é dividido em blocos funcionais, que tornam a criação de caminhos automatizados mais clara e intuitiva. Esses blocos se encaixam perfeitamente na filosofia do MCI (Marketing Conversacional Integrado), onde marketing, vendas, atendimento e customer success fazem parte de um único “fluxo de valor”.

Triggers

Os triggers são eventos que disparam as automações. Podem ser eventos internos — vindos dos módulos de bot, ligações, cartões, conversas, e-mails, pessoas, atendimentos, tarefas, usuários — ou externos, via webhooks, HTTP e CRON. Cada disparador carrega informações contextuais que ajudam a tomar decisões automatizadas, como mover um lead de uma lista de prospecção para o funil de vendas (inbound), ou marcar um contato para uma nova abordagem (outbound).

gatilhos de automação Hablla do iPaaS como n8n ou make
Criado pelo https://app.napkin.ai/

Integração com Canais de Comunicação

Além de triggers, o iPaaS da Hablla se conecta a múltiplos canais conversacionais:

Esses canais formam a base de uma estratégia de Marketing Conversacional Integrado, permitindo a criação de fluxos omnichannel que humanizam a comunicação e reduzem a fricção nas etapas de marketing e vendas.

Transformação de Dados

Para garantir consistência e qualidade nas informações que circulam entre os sistemas, a Hablla oferece diversas funções de transformação:

Esse arsenal de transformações é útil para normalizar dados de leads ou clientes antes de integrá-los a CRMs e plataformas de ABM, por exemplo.

Integrações com Sistemas Externos

O iPaaS da Hablla inclui conectores para sistemas como:

Esse ecossistema de integrações facilita a execução de estratégias inbound (nutrição de leads), outbound (prospectar contatos qualificados), ABM (foco em contas estratégicas) e Inside Sales (fechamentos rápidos e eficazes), tudo com relatórios e dados unificados.

Super Componentes: Simplificando a Automação no Hablla

Uma das grandes inovações do iPaaS da Hablla é o conceito de super componentes, que reduz a complexidade de configuração e incentiva a colaboração entre times de marketing, vendas e atendimento — uma premissa forte do MCI.

O que são super componentes?

Eles são combinações de múltiplas ações ou APIs em um único bloco, projetados para eliminar a necessidade de criar fluxos gigantescos ou complexos. Na prática, em vez de você encadear manualmente diversos componentes para chegar a um resultado, basta configurar um único super componente que já “faz tudo de uma vez”.

Exemplo Prático: Criar ou Atualizar Card

Imagine que você deseja cadastrar ou atualizar automaticamente um cartão no pipeline de vendas cada vez que um lead completa um bot de qualificação:

  1. Filtro para encontrar um cartão
    Defina critérios como quadro, lista, status, tags, usuários, pessoas, organizações, produtos, motivos ou campos personalizados. Se um cartão com esses parâmetros já existir, ele será localizado.
  2. Criação de cartão, se não encontrado
    Se nenhum cartão atender ao filtro, o super componente criará um novo cartão preenchendo informações como nome, descrição, data de previsão de fechamento, tags, valor, etc.
  3. Atualização de cartão, se encontrado
    Se for encontrado um cartão correspondente, o sistema atualiza os dados existentes, garantindo que as informações fiquem consistentes.

Isso diminui a quantidade de blocos no fluxo e aumenta a efetividade do time, contribuindo para a colaboração entre marketing, vendas, atendimento e customer success na abordagem MCI.

Benefícios dos Super Componentes

Por que Escolher o iPaaS da Hablla?

Metodologia MCI (Marketing Conversacional Integrado)

O iPaaS da Hablla foi concebido para funcionar como o alicerce tecnológico de uma abordagem MCI, unificando marketing, vendas, atendimento, customer success e customer experience em um só lugar. Dessa forma, você consegue alinhar as ações de inbound, outbound, ABM e inside sales de modo que cada departamento entenda e atue sobre as mesmas informações, otimizando recursos e tempo.

Simplicidade no No-Code

Grande parte do sucesso de uma estratégia de Marketing Conversacional Integrado está na velocidade de execução e na adaptação rápida a mudanças. Com a interface no-code do Hablla, qualquer profissional pode criar fluxos complexos sem escrever código, aproveitando templates e super componentes para otimizar processos de captação, nutrição e conversão de leads.

Flexibilidade para Desenvolvedores

Apesar de ser totalmente no-code, a Hablla abre espaço para personalizações avançadas. Triggers HTTP, webhooks e cron permitem que desenvolvedores expandam a plataforma e criem fluxos ultraespecíficos, garantindo escalabilidade e profundidade a projetos de maior complexidade — por exemplo, automatizar integrações com sistemas proprietários ou orquestrar campanhas simultâneas de ABM e outbound avançado.

Plataforma Brasileira com foco no mercado global e cobrada em reais

Além de ser 100% brasileiro, com suporte e documentação em português, o Hablla abraça os princípios dos 4Cs (Cliente, Custo, Conveniência e Comunicação ), que são pilares do Marketing 6.0. Isso se traduz em maior colaboração entre marca e cliente, valor em tempo real nas interações, criação de comunidades engajadas e conversas mais humanas em todos os pontos de contato.

iPaaS com metodologia MCI e plataforma Hablla
Criado pelo https://app.napkin.ai/

n8n: Panorama e Comparação

O n8n é uma ferramenta de automação e integração que ganhou fama por ser open source e oferecer uma interface amigável para a construção de fluxos. Assim como outras plataformas de iPaaS, o n8n possibilita conectar diferentes serviços em nuvem, criar automações e processar dados de forma a otimizar tarefas repetitivas.

Comparação com iPaaS da Hablla

Make: Panorama e Comparação

O Make (antigo Integromat) é outra plataforma popular de integração e automação, que se destaca pela sua ampla gama de conectores e uma interface visual que permite a elaboração de cenários bastante complexos.

Comparação com iPaaS da Hablla

Facilidade de Uso, Custo-Benefício e Escalabilidade

Uma das grandes vantagens do iPaaS da Hablla é a sua proposta de “autonomia total” para os usuários — desde o time de marketing e vendas, até o de atendimento e suporte. Isso se reflete diretamente em três aspectos fundamentais:

  1. Custo Acessível com Cobrança em Reais
    Diferentemente de muitas plataformas internacionais, a Hablla adota um modelo de cobrança em reais, evitando surpresas com variação cambial ou taxas adicionais. Além disso, a flexibilidade de planos permite que empresas de diferentes portes — seja uma startup ou um grande conglomerado — escolham a melhor opção para seu orçamento.
  2. Zero Necessidade de Conhecimento em Programação ou Infraestrutura
    O iPaaS da Hablla foi projetado para ser 100% no-code, dispensando a necessidade de saber programar ou subir servidores. Todo o ambiente é gerenciado na nuvem pela própria Hablla, garantindo alta disponibilidade, segurança e a escalabilidade necessária para suportar grandes volumes de dados e automações complexas. Dessa forma, qualquer pessoa, independentemente de background técnico, pode criar fluxos poderosos em poucos cliques.
  3. Omnichannel, CRM Nativo e IA Generativa
    Ao unir atendimento Omnichannel, CRM integrado e IA Generativa, a Hablla entrega uma solução completa. Você não apenas cria automações e integrações, mas também gerencia leads, cards, tarefas e conversas em um único ecossistema. A IA Generativa (Hablla GPT) é outro grande diferencial, pois oferece recursos avançados de processamento de linguagem, criação de conteúdo e atendimento inteligente, alinhados às estratégias de Marketing 6.0 e aos 4Cs (co-criação, currency, comunidade e conversação).
  4. Escalabilidade para Grandes Operações
    Desenvolvida desde o início para lidar com grandes volumes de dados e automações simultâneas, a Hablla pode facilmente escalar conforme a necessidade do seu negócio. Seja para uma campanha de inbound marketing com milhares de leads ou para um atendimento de alto volume via WhatsApp, a infraestrutura robusta está pronta para suportar picos de demanda, garantindo performance e confiabilidade.

Com esse conjunto de benefícios, o iPaaS da Hablla não apenas se consolida como uma alternativa brasileira mais prática e eficiente quando comparada a ferramentas como n8n e Make, mas também maximiza o retorno sobre o investimento ao entregar facilidade, suporte local e uma abordagem completa de Marketing Conversacional Integrado (MCI).

Crie sua conta Gratuita da Hablla

Nada melhor do que vivenciar o iPaaS da Hablla para compreender seu potencial. Crie uma conta gratuitamente e inicie com fluxos básicos para testar gatilhos e integrações. Em seguida, experimente os super componentes para ver como podem agilizar suas estratégias de inbound, outbound, ABM e inside sales, sempre dentro do conceito de Marketing Conversacional Integrado.

Documentação e Suporte

A Hablla oferece documentação completa, guias práticos e uma equipe de suporte preparada para ajudá-lo em todas as etapas. Quer melhorar a jornada do seu cliente, adotando os 4Cs do Marketing 6.0 e as melhores práticas do MCI? Conte com os especialistas da Hablla, que podem orientá-lo na criação de fluxos avançados e fornecer insights sobre como integrar automação, dados e relacionamento humano.

O iPaaS da Hablla é uma alternativa inovadora para quem busca integrar aplicativos, automatizar fluxos e gerenciar múltiplos canais de comunicação, alinhado às exigências do mercado brasileiro e às tendências globais de Marketing 6.0. A união de super componentes, integrações e abordagem no-code permite que empresas de diferentes tamanhos e segmentos criem processos altamente eficientes, sejam eles voltados à captação de leads (inbound), à prospecção ativa (outbound), a estratégias de ABM ou Inside Sales.Mais do que competir com ferramentas já estabelecidas como n8n e Make, o iPaaS da Hablla se diferencia pela sua essência de Marketing Conversacional Integrado (MCI) — conectando marketing, vendas, atendimento, customer success e customer experience de forma dinâmica e humanizada. Se você deseja turbinar sua operação, unindo tecnologia, humanização e resultados, experimente agora mesmo o iPaaS da Hablla e descubra como ele pode impulsionar a sua empresa para o próximo nível.

Você já se perguntou como a Inteligência Artificial (IA) consegue responder a perguntas, gerar textos ou até criar histórias? Tudo isso é possível graças aos modelos de linguagem, uma tecnologia poderosa e fascinante que transformou a forma como interagimos com máquinas. Neste artigo, vamos explorar como esses modelos funcionam de forma simples e acessível, especialmente para quem está começando a entender o mundo do Prompt Engineering e do Marketing Conversacional.

O que é um modelo de linguagem?

Um modelo de linguagem é um sistema de IA projetado para entender e gerar texto. Ele não "pensa" como nós, seres humanos, mas aprende padrões a partir de grandes volumes de dados, como livros, sites, artigos, etc. Esse processo de aprendizado é chamado de treinamento. Durante o treinamento, o modelo absorve uma imensa quantidade de informações e começa a notar quais palavras costumam aparecer juntas.

Por exemplo, se o modelo ler a frase "bom dia" repetidas vezes, ele começa a associar essas palavras. Assim, quando você digita "bom", ele "sabe" que uma das próximas palavras pode ser "dia". Esse "jogo" de prever a próxima palavra é o que permite que os modelos de linguagem funcionem.

Como isso se aplica no dia a dia?

Quando você conversa com uma IA e faz uma pergunta ou uma solicitação, ela usa esses padrões aprendidos para prever a melhor resposta. Imagine que você pergunte "O que é um smartphone?". O modelo não "sabe" o que é um smartphone da maneira que nós sabemos, mas ele "leu" muitos textos que explicam o conceito. A resposta será baseada em tudo o que ele viu, resultando em algo como: "Um smartphone é um dispositivo móvel que combina as funções de um telefone com recursos de um computador".

Ele não está "entendendo" o que é um smartphone, mas simplesmente conectando as palavras e frases que ele reconhece.

Como a IA responde às perguntas?

Quando você faz uma pergunta, o modelo analisa o texto e tenta prever a sequência de palavras mais adequada, com base no que já aprendeu. Parece simples, mas é esse processo em larga escala que permite à IA gerar respostas complexas.

Vamos ver um exemplo prático:

A IA gera a resposta com base nos padrões de textos que leu sobre marketing conversacional. Mesmo que não tenha "entendimento" real, ela pode juntar informações relevantes para criar uma resposta coerente.

O que os modelos de IA sabem (e o que eles não sabem)?

Aqui está um ponto crucial: os modelos de IA não têm conhecimento real. Eles não têm emoções, opiniões, nem sabem o que é verdadeiro ou falso. Eles simplesmente reproduzem padrões. Isso significa que, embora possam gerar respostas incríveis, há limitações importantes a serem consideradas.

Por exemplo, se você perguntar sobre algo que aconteceu recentemente, o modelo pode não saber a resposta, porque ele foi treinado até um determinado ponto no tempo. Ele não tem acesso à internet em tempo real. Assim, se você perguntar: "Quem ganhou a Copa do Mundo de 2026?", a IA não poderá responder, a menos que tenha sido treinada após essa data.

A importância do contexto

Outro fator essencial para boas respostas da IA é o contexto. Se você fizer uma pergunta vaga, a resposta provavelmente será vaga também. Quanto mais contexto você fornecer, mais relevante e precisa será a resposta.

Por exemplo:

Isso nos leva à importância de elaborar bons prompts. Quando você oferece mais detalhes e contexto, aumenta a chance de obter uma resposta satisfatória.

Como testar os limites da IA?

Uma ótima maneira de entender os limites dos modelos de IA é fazendo testes práticos. Experimente perguntar sobre algo que aconteceu recentemente ou que está fora do conhecimento do modelo.

Por exemplo:

Isso ilustra a limitação da IA em fornecer informações atualizadas ou em tempo real.

Os modelos de linguagem, como o GPT, funcionam como grandes máquinas de prever padrões com base em dados textuais. Eles não têm compreensão real do mundo, mas conseguem gerar respostas impressionantes a partir do que aprenderam. Entender como eles funcionam nos ajuda a formular perguntas melhores e a obter respostas mais úteis.

Se você está se aventurando no mundo do Prompt Engineering ou no Marketing Conversacional, lembre-se de que o sucesso na interação com a IA depende de como você faz as perguntas. Quanto mais claro e específico for o seu prompt, mais precisas serão as respostas que você receberá.

Explore, teste e aprenda com as interações! Afinal, a IA está aqui para colaborar com você, e quanto mais você a entende, mais pode aproveitar seu potencial.

O Marketing Conversacional Integrado (MCI) é uma metodologia inovadora proposta pelos fundadores da Hablla - Marcus Barboza (CRO), Rodrigo Xavier (CEO) e Álvaro Magri (CTO). Essa abordagem revolucionária converge estratégias de marketing, vendas, atendimento ao cliente e sucesso do cliente em uma única jornada contínua e integrada.

Ao alavancar tecnologias avançadas como inteligência artificial, automação e omnicanalidade, o MCI permite que as empresas mantenham uma comunicação coesa e eficiente com seus clientes. Essa metodologia foca na experiência do cliente, garantindo interações personalizadas e relevantes em todos os pontos de contato.

A Importância dos 4Cs no MCI: Contexto, Conteúdo, Conexão e Continuidade

Os 4Cs (Contexto, Conteúdo, Conexão e Continuidade) são os pilares fundamentais que sustentam o Marketing Conversacional Integrado.

A aplicação eficaz dos 4Cs assegura que cada interação não só seja significativa, mas também contribua para um relacionamento duradouro e centrado no cliente. Essa abordagem combina a precisão da tecnologia com a empatia humana, criando experiências memoráveis e satisfatórias.

Por que o MCI é Relevante Hoje?

No cenário atual, marcado pela rápida evolução do atendimento ao cliente e pelas crescentes demandas por personalização e eficiência, o Marketing Conversacional Integrado emerge como uma solução essencial. Os consumidores modernos esperam interações imediatas, relevantes e personalizadas, independentemente do canal de comunicação.

O MCI representa a evolução natural do marketing digital tradicional, adaptando-se ao ambiente contemporâneo onde o diálogo contínuo com o cliente é primordial. Ao integrar todos os pontos de contato e alinhar as estratégias de comunicação, as empresas conseguem proporcionar uma experiência fluida e consistente.

Essa metodologia está diretamente alinhada com os princípios do Marketing 6.0, que enfatiza a conexão entre tecnologia, personalização e humanização nas interações com o cliente. O MCI não apenas atende a essas expectativas, mas também posiciona as empresas à frente da concorrência, ao oferecer um nível superior de engajamento e satisfação do cliente.

Fundamentos do Marketing Conversacional Integrado (MCI)

Omnicanalidade Adaptativa e o Contexto

No cerne do Marketing Conversacional Integrado (MCI) está a omnicanalidade adaptativa, uma abordagem que permite manter o contexto das conversas do cliente através de múltiplos canais de comunicação, como chat, e-mail e redes sociais. Essa estratégia assegura que cada interação seja fluida e coesa, independentemente do meio utilizado. Ao preservar o histórico e o contexto anteriores, as empresas podem oferecer respostas no momento certo e no canal preferido pelo cliente, proporcionando uma comunicação verdadeiramente integrada e personalizada. Essa omnicanalidade adaptativa não apenas melhora a experiência do cliente, mas também aumenta a eficiência operacional, pois reduz redundâncias e evita informações desencontradas.

Personalização Profunda e Conteúdo Relevante

A personalização profunda é outro pilar fundamental do MCI, alcançada através do uso avançado de inteligência artificial (IA). Ao analisar dados demográficos, comportamentais e históricos de cada cliente, as empresas podem oferecer conteúdo altamente relevante que atende às necessidades e interesses específicos de cada indivíduo. Essa adaptação personalizada das mensagens torna cada interação única e contextualizada, aumentando significativamente o engajamento e a satisfação do cliente. Além disso, a entrega de informações no momento exato em que são necessárias fortalece a relação entre a marca e o cliente, promovendo fidelização e incentivando novas interações.

Automatização Inteligente com Empatia e Conexão

No MCI, a automatização inteligente vai além do simples uso de chatbots para tarefas repetitivas. Ela incorpora a capacidade de manter uma conexão genuína e empática com o cliente, entendendo suas emoções e respondendo de forma adequada. Os assistentes virtuais são treinados para reconhecer contextos e nuances, garantindo que a comunicação seja sempre relevante e humanizada. Quando a situação exige, há uma transição suave para um atendente humano, assegurando que o cliente receba o suporte necessário sem interrupções ou frustrações. Essa combinação de automação eficiente com empatia humana cria um equilíbrio ideal entre eficiência e qualidade no atendimento.

Integração de Sistemas Avançada e Continuidade

A integração avançada de sistemas é essencial para manter a continuidade na jornada do cliente dentro do MCI. Ao unificar plataformas de marketing, vendas, atendimento e sucesso do cliente, as empresas garantem que todas as equipes tenham acesso às mesmas informações atualizadas em tempo real. Ferramentas integradas, como o CRM e o dicionário de dados da Hablla, permitem que cada ponto de contato seja consistente e alinhado com as interações anteriores. Essa integração profunda elimina silos de informação e assegura que o cliente tenha uma experiência sem interrupções, desde o primeiro contato até o pós-venda, reforçando a confiança e a satisfação.

Ciclo de Feedback e Melhoria Contínua

O ciclo de feedback é um componente vital para a melhoria contínua dentro do Marketing Conversacional Integrado. Ao coletar feedbacks em tempo real e analisar dados comportamentais, as empresas podem identificar rapidamente áreas de melhoria e ajustar suas estratégias de acordo. A utilização de inteligência artificial facilita a interpretação de grandes volumes de dados, permitindo insights precisos sobre as preferências e expectativas dos clientes. Empresas como a Hablla utilizam esse ciclo de feedback para refinar seus processos, aprimorar o conteúdo oferecido e adaptar-se às mudanças do mercado, garantindo que a experiência do cliente esteja sempre evoluindo e alinhada às suas necessidades.

Aplicando os 4Cs do MCI na Prática

No Marketing Conversacional Integrado (MCI), compreender o contexto do cliente em tempo real é fundamental para oferecer interações significativas. A Hablla utiliza tecnologias de inteligência artificial e análise de dados para captar o histórico de cada cliente através de múltiplos canais, como WhatsApp, e-mail, Direct do Instagram, Messenger, voz, SMS e Telegram.

Se um cliente inicia uma conversa via WhatsApp sobre um produto específico, a plataforma da Hablla registra essa interação. Se esse mesmo cliente posteriormente entra em contato pelo e-mail ou Telegram, a IA reconhece o histórico e continua a conversa de onde parou, sem a necessidade de o cliente repetir informações. Isso permite que a empresa adapte a interação com base nas preferências e necessidades atuais do cliente, oferecendo uma experiência personalizada e eficiente.

A entrega de conteúdo relevante é essencial para manter o engajamento do cliente. A Hablla utiliza seu dicionário de dados e algoritmos de IA para gerar mensagens personalizadas que agregam valor ao cliente. Por meio de canais como SMS e Messenger, a empresa envia atualizações, promoções e informações que correspondem exatamente ao interesse demonstrado pelo cliente em interações anteriores.

Se um cliente demonstrou interesse em um serviço específico através do Direct do Instagram, a Hablla pode enviar um e-mail com um e-book detalhado sobre o assunto ou oferecer uma promoção exclusiva via SMS. Cada mensagem é cuidadosamente elaborada para responder diretamente às necessidades do cliente, antecipando possíveis dúvidas e fornecendo soluções adequadas.

Estabelecer uma conexão genuína com o cliente é um dos pilares do MCI. A Hablla implementa chatbots empáticos em canais como voz (por meio de assistentes virtuais de atendimento telefônico) e WhatsApp, que interagem de forma humanizada, compreendendo o tom e as emoções do cliente. Esses chatbots são programados para reconhecer quando a interação precisa ser transferida para um atendente humano.

Durante uma conversa no Messenger, se o cliente expressa insatisfação ou apresenta uma questão complexa, o chatbot identifica a necessidade e direciona a conversa para um especialista humano. Essa transição é feita mantendo todo o contexto e histórico da interação, garantindo que o cliente não precise repetir informações e que o atendente humano possa oferecer um suporte mais personalizado e eficaz.

A continuidade é alcançada através da integração total dos sistemas de comunicação e atendimento da Hablla. Independentemente do canal utilizado (seja WhatsApp, E-mail ou Direct do Instagram) o cliente experimenta uma jornada sem rupturas, onde cada ponto de contato é conectado e consistente.

Um cliente pode iniciar uma consulta via SMS sobre um produto, continuar a conversa no WhatsApp e finalizar a compra através de uma chamada de voz. Graças à integração de sistemas e ao compartilhamento de dados em tempo real, todas essas interações são unificadas. O atendente, seja humano ou virtual, tem acesso a todo o histórico e pode fornecer um atendimento contínuo e personalizado.

A plataforma da Hablla assegura que as informações são atualizadas instantaneamente em todos os canais. Isso significa que atualizações de pedidos, confirmações ou suporte pós-venda podem ser fornecidos através do canal preferido pelo cliente, sem perda de informações ou necessidade de reiniciar processos.

O Funil do Cliente no MCI (Estratégia da Ampulheta)

Marketing Convesacional Integrado

A Estratégia da Ampulheta no Marketing Conversacional Integrado (MCI) representa uma evolução do funil de vendas tradicional, expandindo o foco além da conversão inicial para incluir etapas de retenção, suporte e advocacy. Essa abordagem holística assegura que o relacionamento com o cliente seja cultivado em todas as fases, promovendo não apenas a aquisição, mas também a fidelização e a expansão.

1. Reconhecimento e Engajamento

Na fase de Reconhecimento e Engajamento, o objetivo é capturar a atenção do prospect e iniciar uma interação contextualizada. A Hablla utiliza inteligência artificial para analisar o comportamento dos visitantes em diversos canais, como redes sociais, e-mail marketing e anúncios digitais. Compreendendo os interesses e necessidades do prospect, é possível personalizar o primeiro ponto de contato, oferecendo conteúdo relevante que incentive o engajamento inicial.

2. Conversão e Conversas

A etapa de Conversão e Conversas foca em transformar visitantes engajados em leads qualificados. Através de interações personalizadas em canais como chatbots inteligentes e WhatsApp, a Hablla promove conversas significativas que esclarecem dúvidas e apresentam soluções alinhadas às necessidades do cliente. Essa comunicação bidirecional aumenta a probabilidade de conversão ao estabelecer confiança e demonstrar valor.

3. Seleção e Qualificação

Na fase de Seleção e Qualificação, é essencial identificar quais leads estão prontos para avançar no processo de compra. Utilizando critérios definidos e automação inteligente, a Hablla avalia o nível de interesse e adequação de cada lead. Isso permite direcionar esforços para aqueles com maior potencial, garantindo eficiência nas etapas subsequentes do funil.

4. Educação e Consideração

A etapa de Educação e Consideração visa nutrir os leads qualificados com informações que os auxiliem na tomada de decisão. Através de conteúdos personalizados enviados por e-mail, SMS ou Telegram, a Hablla fornece materiais educativos, como whitepapers, webinars e demonstrações, que abordam as soluções oferecidas e como elas atendem às necessidades específicas do cliente.

5. Vendas e Remarketing

Durante a fase de Vendas e Remarketing, o foco é converter leads educados em clientes efetivos. Equipes de vendas utilizam o histórico de interações e preferências coletadas para personalizar abordagens e propostas. Caso o lead não converta imediatamente, estratégias de remarketing são implementadas para mantê-lo engajado, utilizando canais como e-mail e redes sociais para reforçar a proposta de valor.

6. Commit (Fechamento)

O Commit representa o momento de fechamento da venda. Aqui, a Hablla assegura que o processo seja simples e transparente, oferecendo suporte através de canais como voz (ligações telefônicas) e chat ao vivo. A comunicação clara e a disponibilidade para esclarecer quaisquer últimas dúvidas são cruciais para garantir a satisfação do cliente no ato da compra.

7. Onboarding e Ativação

Após a conversão, a etapa de Onboarding e Ativação é fundamental para garantir que o cliente obtenha o máximo valor do produto ou serviço adquirido. A Hablla conduz o cliente através de um processo estruturado de onboarding, utilizando tutoriais personalizados, suporte via WhatsApp e e-mails de boas-vindas. Esse acompanhamento inicial promove a adoção eficaz e aumenta a satisfação do cliente.

8. Retenção e Suporte

A fase de Retenção e Suporte concentra-se em manter o cliente satisfeito e fiel à marca. Através de canais como Messenger, voz e e-mail, a Hablla oferece suporte proativo e responsivo, abordando problemas antes que se tornem críticos. Programas de fidelidade e atualizações de produtos são comunicados para manter o interesse e demonstrar compromisso com o sucesso do cliente.

9. Advocacia e Expansão

Na etapa final de Advocacia e Expansão, clientes satisfeitos são incentivados a se tornarem embaixadores da marca. A Hablla utiliza estratégias de marketing de referência e solicita feedbacks que podem ser compartilhados em redes sociais. Além disso, oportunidades de upselling e cross-selling são identificadas através do acompanhamento contínuo das necessidades do cliente, promovendo a expansão do relacionamento comercial.

Framework para Implementação do MCI

A implementação bem-sucedida do Marketing Conversacional Integrado (MCI) exige um planejamento estratégico abrangente que vai além dos 4Cs—Contexto, Conteúdo, Conexão e Continuidade. É essencial integrar diferentes abordagens de marketing e vendas para maximizar o impacto.

Inbound Marketing: Foca em atrair clientes potenciais através de conteúdo relevante e valioso, utilizando estratégias de SEO, blogging e redes sociais. O MCI potencializa o inbound ao proporcionar interações personalizadas desde o primeiro ponto de contato, seja por e-mail, WhatsApp ou Direct do Instagram.

Outbound Marketing: Envolve a abordagem proativa de prospects por meio de e-mail marketing, mensagens SMS e chamadas de voz. Com o MCI, essas interações se tornam mais eficazes, pois são personalizadas e contextuais, aumentando a taxa de engajamento.

Account-Based Marketing (ABM): Consiste em estratégias personalizadas para contas-chave. Através do MCI, é possível criar experiências exclusivas para cada conta, utilizando dados coletados em interações anteriores para oferecer soluções sob medida.

Na estratégia de vendas, a adoção de Inside Sales é fundamental. Equipes de vendas internas utilizam as ferramentas do MCI para se conectar com leads qualificados, fornecendo informações e suporte em tempo real através de canais como WhatsApp, voz e e-mail. Isso agiliza o processo de vendas e melhora a taxa de conversão.

Para o acompanhamento e aprimoramento contínuo, é indispensável utilizar ferramentas de monitoramento para Customer Success (CS) e Customer Experience (CX). Essas ferramentas permitem:

Tecnologia e Infraestrutura

Uma infraestrutura tecnológica robusta é crucial para suportar o MCI e garantir que as interações sejam eficazes e eficientes. A seleção de plataformas deve:

A Hablla oferece soluções que atendem a esses requisitos, permitindo que as empresas integrem facilmente suas operações de marketing, vendas e atendimento ao cliente.

Personalização e Contextualização

A personalização é aprimorada através do desenvolvimento de um dicionário de dados e do uso de inteligência artificial para analisar as interações com os clientes. Isso permite:

Com a Hablla, as empresas podem utilizar agentes autônomos para adaptar as interações em tempo real, garantindo que cada comunicação seja relevante e contextualizada.

Automatização com Toque Humano

Encontrar o equilíbrio entre a automatização e a interação humana é essencial para proporcionar uma experiência excepcional ao cliente.

Essa abordagem híbrida melhora a eficiência operacional e a satisfação do cliente, ao mesmo tempo em que mantém um alto nível de personalização e empatia.

Monitoramento e Melhoria Contínua

A implementação do MCI deve incluir um sistema robusto de monitoramento para garantir a melhoria contínua dos processos.

A Hablla oferece ferramentas integradas que facilitam esse monitoramento, permitindo que as empresas tomem decisões informadas e estratégicas.

Implementar o Marketing Conversacional Integrado seguindo o framework desenvolvido pelos fundadores da Hablla capacita as empresas a:

Com o suporte e as soluções tecnológicas da Hablla, as empresas estão equipadas para implementar o MCI de forma eficaz, atendendo às demandas do mercado atual e superando as expectativas dos clientes.

Saiba mais sobre conteúdo como esse em nosso blog e baixando nossos e-books.

API do WhatsApp Business é uma ferramenta poderosa que transforma a forma como as empresas se comunicam em larga escala.

Nos últimos anos, o WhatsApp se consolidou como uma das principais ferramentas de comunicação no mundo.

Com mais de 2 bilhões de usuários ativos, é uma plataforma que não pode ser ignorada por empresas que buscam se conectar de forma direta e eficiente com seus clientes.

O que é a API do WhatsApp Business?

A API (Interface de Programação de Aplicações) do WhatsApp Business permite que empresas automatizem e escalem suas interações com os clientes. Ela integra o WhatsApp com outros sistemas que sua empresa já utiliza, como CRM, plataformas de atendimento ao cliente e ferramentas de automação de marketing. Isso significa que, ao invés de enviar uma mensagem manualmente para cada cliente, você pode automatizar todo o processo, garantindo uma comunicação em massa eficiente e personalizada.

Além disso, a API do WhatsApp Business oferece diferentes modelos de mensagens que podem ser usados de acordo com a necessidade do negócio.

Esses modelos são categorizados em quatro tipos principais: Utility, Marketing, Service e Autenticação.

Tipos de Mensagens na API do WhatsApp Business

  1. Mensagens Utility (Utilidade): São mensagens transacionais e de utilidade, projetadas para fornecer informações relevantes ao cliente. Elas geralmente são enviadas em resposta a uma solicitação específica ou como parte de um processo automatizado.
  2. Mensagens Marketing: Essas mensagens são voltadas para promover produtos, serviços ou campanhas promocionais. Elas são ideais para engajar os clientes e gerar oportunidades de vendas, respeitando sempre a necessidade de consentimento prévio do cliente.
  3. Mensagens Service (Serviço): São utilizadas para fornecer suporte ou resolver dúvidas e problemas de clientes. Essas mensagens são cruciais para garantir uma experiência de atendimento contínua e eficiente.
  4. Mensagens de Autenticação: Voltadas para enviar códigos de verificação ou realizar autenticações de dois fatores (2FA), garantindo a segurança das interações e a confirmação de identidade em processos sensíveis.

Diferenças entre WhatsApp Tradicional, WhatsApp Business App e API do WhatsApp Business

Agora que você entende os diferentes tipos de mensagens disponíveis na API, é importante diferenciar as versões do WhatsApp.

  1. WhatsApp Tradicional: A versão que a maioria das pessoas usa diariamente, voltada para uso pessoal. Limita a comunicação e não é eficiente para empresas que lidam com grandes volumes de interações.
  2. WhatsApp Business App: Voltado para pequenas empresas, permite a criação de um perfil comercial e automação de mensagens simples. Ideal para quem tem um pequeno negócio, mas ainda não é o bastante para grandes empresas.
  3. API do WhatsApp Business: Ferramenta robusta, projetada para empresas que precisam automatizar o atendimento, enviar mensagens personalizadas em massa e integrar o WhatsApp com outros sistemas de negócios. Ao contrário das outras versões, a API não possui uma interface gráfica, necessitando integração com sistemas internos por meio de um desenvolvedor ou plataformas especializadas.

Exemplo prático: Um restaurante pequeno pode utilizar o WhatsApp Business App para responder automaticamente perguntas sobre o cardápio. Já uma rede de restaurantes com várias unidades pode usar a API para integrar pedidos ao sistema de gestão e enviar notificações automáticas sobre o status dos pedidos para os clientes.

Funcionalidades da API do WhatsApp Business

A API oferece diversas funcionalidades que otimizam a comunicação de empresas com seus clientes, como:

Impacto da API no Marketing Conversacional

Ao adotar a API do WhatsApp Business, sua empresa pode transformar a maneira como se relaciona com os clientes.

O Marketing Conversacional, uma abordagem que coloca o diálogo no centro da estratégia de comunicação, se beneficia enormemente das funcionalidades da API. Com a automação de mensagens nos modelos Utility, Marketing, Service e Autenticação, você pode manter uma conversa contínua e personalizada com seus clientes, mesmo em grande escala.

Além disso, a integração da API com sistemas como CRM permite que você use os dados de cada interação para melhorar ainda mais a experiência do cliente em futuras comunicações.

Isso gera um ciclo contínuo de aprimoramento do atendimento, aumentando a satisfação e fidelização.

Limitações e Cuidados

É importante destacar que o uso da API do WhatsApp Business requer aprovação do Facebook e segue diretrizes rígidas, como a necessidade de consentimento do cliente antes de iniciar uma conversa. Também não há uma interface gráfica; a API é técnica, exigindo integração com outros sistemas.

Com a API, o WhatsApp deixa de ser apenas um aplicativo de mensagens e se torna um poderoso canal de comunicação para empresas que buscam escalar e automatizar suas interações com os clientes, sem perder a qualidade e o toque pessoal.

Saiba mais sobre Marketing Conversacional em nosso blog e com nossos eBooks.

Nos últimos anos, o Marketing Conversacional se consolidou como uma estratégia poderosa para facilitar o diálogo entre marcas e seus clientes, permitindo interações mais diretas, ágeis e personalizadas. Essa abordagem se apoia em tecnologias como chatbots, assistentes virtuais e canais de comunicação omnichannel, como a plataforma Hablla, que integram diversos pontos de contato e oferecem uma experiência fluida ao consumidor.

No Marketing Conversacional, o foco está na criação de conversas que simulam interações humanas, automatizando e otimizando processos como atendimento ao cliente, qualificação de leads e vendas. Essa automação não só aumenta a eficiência, mas também melhora a experiência do usuário, que espera respostas rápidas e relevantes.

Com o avanço da inteligência artificial, o marketing está dando mais um passo em direção à automação de conteúdo, por meio do Marketing Generativo. Essa vertente utiliza modelos de IA generativa, capazes de criar textos, imagens, diálogos e até estratégias completas com base em dados e comportamentos pré-existentes. Agora, não se trata apenas de automatizar conversas, mas de gerar conteúdo personalizado para cada cliente em tempo real, otimizando cada etapa da jornada de compra.

Hoje vamos falar sobre o Prompt Engineer, que será responsável por criar o comando que vai ficar por trás de toda a estratégia dos modelos de IA, como o agente autônomo da Hablla.

O Prompt Engineer

Com o avanço dos modelos de inteligência artificial, especialmente os modelos de linguagem natural (como o GPT), surgiu a necessidade de um novo profissional no mercado: o Prompt Engineer. Este profissional é responsável por criar e otimizar prompts — as instruções que orientam os modelos de IA a gerar respostas relevantes e precisas. O trabalho de um Prompt Engineer está diretamente relacionado ao uso de IA generativa, sendo fundamental em plataformas como a Hablla, que utilizam esses modelos para criar conteúdo personalizado e interações conversacionais automatizadas.

O que faz um Prompt Engineer?

O Prompt Engineer se concentra em desenvolver as melhores formas de comunicar aos modelos de IA o que deve ser gerado. Ele precisa testar diferentes variações de instruções (prompts) para garantir que o resultado seja o mais alinhado possível com as necessidades da empresa ou do cliente. Isso pode incluir desde a criação de respostas a perguntas de clientes até a geração de conteúdo para campanhas de marketing.

A habilidade central de um Prompt Engineer é entender como o modelo de IA processa e interpreta as entradas (prompts) para gerar as saídas desejadas. Esse profissional explora diferentes abordagens, ajustando o texto e o contexto dos prompts para obter o máximo de precisão e relevância nas respostas da IA.

Habilidades Técnicas e Comportamentais Necessárias:

Exemplo Prático:

Suponha que a Hablla esteja utilizando IA generativa para criar respostas automáticas a perguntas de clientes sobre produtos imobiliários. O Prompt Engineer precisa criar prompts que orientem o modelo de IA a interpretar a pergunta do cliente corretamente e gerar uma resposta relevante. Por exemplo, se um cliente perguntar sobre o valor de um imóvel, o Prompt deve não só orientar a IA a fornecer uma resposta sobre o preço, mas também a incluir informações adicionais que possam enriquecer a experiência do cliente, como sugestões de financiamento ou alternativas de imóveis similares.

Além disso, o Prompt Engineer pode ser encarregado de otimizar prompts para campanhas de marketing. Por exemplo, ele pode criar instruções para que a IA gere um email personalizado com base nas preferências e interações anteriores do cliente, aumentando assim o engajamento e a conversão.

Como essa profissão se integra ao Marketing Generativo?

O trabalho do Prompt Engineer é crucial para o sucesso do Marketing Generativo, onde o conteúdo é criado automaticamente com base em dados. No caso da Hablla, isso significa que campanhas, comunicações e até interações de suporte podem ser automatizadas e personalizadas para cada cliente, garantindo que cada mensagem seja relevante e oportuna.

A Preparação para o Futuro do Marketing

O Marketing Conversacional e o Marketing Generativo estão moldando um futuro em que a personalização e a automação caminham lado a lado, redefinindo como as empresas interagem com seus clientes. Profissões como o Designer Conversacional, o Prompt Engineer, e muitas outras emergentes, estão no centro dessa transformação, trazendo novas abordagens e habilidades essenciais para que marcas possam escalar suas operações e ao mesmo tempo entregar experiências únicas e relevantes.

Para os profissionais, o caminho envolve uma constante atualização, já que as tecnologias de IA e automação continuam evoluindo rapidamente. Aqueles que abraçarem essa evolução estarão preparados para ocupar papéis cruciais nas empresas, liderando inovações no marketing e criando experiências mais imersivas e satisfatórias para os consumidores.

Por outro lado, as empresas que adotarem essas novas tecnologias e profissionais estarão na vanguarda do mercado. Com plataformas como a Hablla, que integra marketing conversacional e generativo de forma fluida, é possível automatizar processos, aprimorar a personalização e conquistar a lealdade do cliente de maneira escalável e eficiente.

O futuro do marketing é generativo, automatizado e, acima de tudo, humano — mesmo que por trás de tudo esteja a inteligência artificial.

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