2026 já começou no mindset das empresas que entenderam que tecnologia não é mais suporte, é estratégia central. Não estamos falando de modinhas digitais, mas de forças reais que já estão reconfigurando como negócios operam, escalam e se diferenciam.
Agentes de IA executando processos de ponta a ponta. Plataformas em nuvem cada vez mais especializadas por setor. Cibersegurança se preparando para ameaças quânticas que deixaram de ser ficção científica. Isso não é futurologia de palco. É o novo baseline competitivo.
A Forbes publicou recentemente um artigo do especialista Bernard Marr sobre as 8 tecnologias que definirão 2026. Neste post, vamos destrinchar essas tendências com foco no que realmente importa: como elas impactam sua operação e o que você precisa saber para não ficar para trás.
Esqueça os chatbots que apenas respondem perguntas ou geram conteúdo genérico. Os agentes de IA são o próximo estágio da evolução tecnológica corporativa e 2026 será o ano da expansão massiva.
São assistentes virtuais que executam processos complexos de múltiplas etapas, interagem com serviços de terceiros, monitoram operações em tempo real e ajustam fluxos de trabalho de forma autônoma. Pense em colegas de trabalho digitais que operam 24/7, com mínima intervenção humana.
Por que isso importa para você?
Empresas que implementam plataformas agênticas conseguem escalar atendimento, vendas e suporte sem aumentar proporcionalmente o time. As interfaces low-code/no-code permitem que qualquer gestor configure agentes sem depender de TI, mantendo governança, ética e conformidade.
Se você já usa a Hablla, já tem acesso a essa tecnologia. A diferença está em explorar todo o potencial.
A IA generativa saiu do estágio de testes corporativos e entrou na operação. Ela já está gerando código para desenvolvedores, redigindo contratos para áreas jurídicas e criando cronogramas detalhados para gerentes de projetos.
Na prática, o que muda?
O copiloto não substitui o profissional, ele amplifica a capacidade de entrega. Um atendente resolve casos mais rápido. Um gestor toma decisões com mais contexto. Um vendedor fecha negócios com insights em tempo real.
A questão não é "se" sua empresa vai usar copilotos de IA, mas quando você vai implementar de forma estratégica.
Nuvem genérica está ficando para trás. Empresas estão migrando para Plataformas de Nuvem por Setor (ICPs), soluções verticais que combinam infraestrutura, aplicativos e dados já configurados para áreas específicas como saúde, finanças, varejo e logística.
Por que isso acelera resultados?
Porque você não precisa configurar tudo do zero. Modelos de dados pré-construídos, conformidade regulatória específica do setor e integrações nativas fazem a operação rodar mais rápido e com menos fricção.
Se você está em um setor regulado ou com processos muito específicos, as ICPs são o caminho natural.
A computação quântica tem dois lados para os negócios em 2026:
Lado 1: Oportunidade transformadora
Capacidade de resolver cálculos extremamente complexos que seriam inviáveis para computadores tradicionais. Setores como finanças, logística e pesquisa farmacêutica já estão explorando aplicações práticas.
Lado 2: Ameaça real à segurança
Os padrões atuais de criptografia não resistem à computação quântica. Isso significa que dados protegidos hoje podem ser vulneráveis amanhã.
O alerta:
2026 marca o prazo final para que empresas iniciem sua migração para modelos de criptografia resistentes à computação quântica. Isso não é mais "tecnologia do futuro", é prioridade estratégica agora.
Com a explosão de dispositivos IoT e o avanço do trabalho remoto e híbrido, a segurança precisa estar no ponto de origem dos dados, não apenas no servidor central.
O que é Edge de Confiança Zero (ZTE)?
É a segurança integrada diretamente nos dispositivos de borda: máquinas industriais, smartphones, sensores, plataformas em nuvem. A verificação de identidade e permissões acontece no momento e no local em que os dados são criados ou acessados.
Por que isso importa?
Proteção em tempo real, redução de ataques "man-in-the-middle" e gestão consistente de acessos em operações distribuídas. Se sua empresa tem equipes remotas ou dispositivos conectados, ZTE não é opcional.
VR e AR deixaram de ser novidade e estão se consolidando como ferramentas corporativas reais. Headsets mais leves, potentes e acessíveis, combinados com óculos inteligentes, estão acelerando a adoção.
Aplicações práticas em 2026:
✅ Treinamento imersivo para equipes
✅ Assistência remota de especialistas em tempo real
✅ Acesso a informações sem uso das mãos em ambientes industriais
✅ Alertas visuais em tempo real para operações de risco
XR não é mais "coisa de startup de tecnologia". É uma ferramenta operacional para indústrias, varejo, saúde e logística.
Sustentabilidade deixou de ser opcional. Com a entrada em vigor da Diretiva Europeia de Relatórios de Sustentabilidade Corporativa em 2025, grandes corporações passaram a ser obrigadas a reportar impacto ambiental e ações de mitigação.
O que muda em 2026?
A estratégia passa a ser "sustentável por natureza", não como add-on ou iniciativa paralela, mas como parte estrutural do negócio.
Na prática:
✅ Princípios de engenharia de software verde
✅ Redução de emissões em infraestrutura digital
✅ IA aplicada ao monitoramento de operações sustentáveis
Empresas que integrarem sustentabilidade à tecnologia sairão na frente, não só por compliance, mas por eficiência operacional e diferenciação de mercado.
Gêmeos digitais evoluíram. Não são mais simulações isoladas de um equipamento ou linha de produção. Hoje, representam processos completos, fábricas inteiras ou até organizações.
Como funcionam?
Integrando dados de múltiplas fontes, sensores em tempo real e modelos de IA, os gêmeos digitais permitem migrar de análises reativas para capacidades preditivas.
Os benefícios tangíveis:
✅ Redução de tempo de desenvolvimento
✅ Menos interrupções por falhas
✅ Melhoria contínua da eficiência operacional
✅ Teste de decisões críticas sem risco ou custo no mundo físico
Em 2026, gêmeos digitais deixam de ser uma "ferramenta de engenharia" e se tornam o centro neural das operações estratégicas.
2026 vai recompensar empresas que saírem da especulação e avançarem para a criação de valor prático. Cada uma dessas oito tendências já está acontecendo. A diferença está em quem age agora e quem espera "ver no que dá".
Se você usa Hablla, já tem acesso a tecnologias como agentes de IA, dashboards integrados e automação inteligente. O diferencial competitivo, após ter a ferramenta, está em explorá-la estrategicamente.
A tecnologia está pronta. Os dados provam que funciona. A única pergunta que resta é: você já está usando tudo o que tem à disposição?
📖 Leia o artigo completo da Forbes:8 Tendências de Tecnologia Que Transformarão as Empresas em 2026 - por Bernard Marr
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