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O que você faria com 1000 novos colaboradores amanhã?

É intrigante como o intangível é processado de maneira tão diversa na mente de cada pessoa, imaginar o que fazer com 1000 novos colaboradores não é uma tarefa simples.

Alguns têm dificuldade em percebê-lo, enquanto outros conseguem materializá-lo em suas mentes de forma tão vívida que se torna um guia claro para suas ações.

Iniciando com uma reflexão sobre inteligência artificial, a IA generativa no cenário atual emerge como um Cisne Negro, um evento de proporções transformadoras e amplamente imprevisíveis. Segundo "A Lógica do Cisne Negro" de Nassim Nicholas Taleb, um Cisne Negro é algo que 'está fora do reino das expectativas regulares, porque nada no passado pode apontar de forma convincente para sua possibilidade'. Esta descrição se alinha perfeitamente com a ascensão da IA generativa, uma tecnologia que, até recentemente, estava além das fronteiras da imaginação convencional.

Muitos podem argumentar que o surgimento da IA generativa era previsível. No entanto, recordo-me de um evento para alunos do ensino médio, onde profissionais de diversas áreas, incluindo eu representando a tecnologia, discutíamos futuras carreiras. Enquanto muitos aspiravam ser médicos ou advogados, apenas um mostrava interesse em tecnologia. Naquele momento, a crença predominante era que a tecnologia jamais substituiria completamente o elemento humano. "Como poderia a tecnologia compor um raciocínio ou uma música?", questionavam. Ao falar com aquele aluno interessado em tecnologia, afirmei: "Nosso objetivo é provar que todos estão errados." E sorrimos.

Retomando a análise de Taleb, ele adverte que 'nos concentramos em eventos pré-Cisne Negro e nossa natureza nos leva a construir histórias retrospectivas para torná-los explicáveis'. Após a emergência da IA generativa, muitos tentam encaixá-la em uma narrativa de progresso tecnológico inevitável, ignorando sua natureza disruptiva e as surpresas que ainda podem surgir. O impacto da IA generativa, vasto e multifacetado, reflete outra observação de Taleb: 'Os Cisnes Negros podem ser positivos ou negativos, podendo levar a uma crise ou a um boom inesperado'. No mundo empresarial, a IA generativa promete eficiência e inovação, mas também apresenta desafios éticos e sociais.

A velocidade com que as informações circulam, e o fato de a IA não ser intangível para a maioria, leva muitos a buscar o que fazer com essa nova onda de inovação. Alguns veem a IA generativa como uma mera ferramenta de automação, mas a verdade é que ela representa um catalisador para uma redefinição fundamental de processos, produtos e da própria natureza do trabalho criativo e intelectual.

A questão que agora deve preocupar os empresários é:

Imagine um cenário onde sua empresa ganha, da noite para o dia, mil novos 'colaboradores' digitais. Qual seria a função deles? Esta reflexão é essencial para compreender o impacto da IA nos negócios. Com a IA, alcançar essa escala não é apenas possível, mas também viável e potencialmente revolucionário. Que tipo de trabalho apenas a IA poderia realizar, que novas funções eles poderiam desempenhar? Como 1000 novos 'colaboradores' trabalhando 24 horas por dia poderiam revolucionar sua empresa?

Se você, empresário, não conseguir descobrir isso, como ficará o seu cenário se o seu concorrente descobrir primeiro?

Estamos falando de criação, inovação, repetição, análise, ação e evolução. Isso vai mudar tudo e você precisa estar atento, pois pode ser a maior oportunidade da sua vida. A IA generativa não é apenas uma nova onda tecnológica; é uma revolução que redefine as fronteiras do possível.

Para ilustrar, tomemos o exemplo da DeepMind, uma subsidiária da Alphabet, que desenvolveu o AlphaFold. Este sistema de IA conseguiu resolver o problema de dobramento de proteínas, uma questão que desafiou biólogos por décadas. Esse avanço não foi apenas um marco na biologia computacional; ele demonstra como a IA pode ultrapassar os limites do conhecimento humano e abrir novos caminhos para descobertas científicas.

Além disso, dados recentes indicam um crescimento exponencial no investimento em IA generativa, com previsões sugerindo que essa tecnologia poderá contribuir com bilhões para a economia global nos próximos anos. Especialistas como Kai-Fu Lee, um dos mais respeitados pensadores em IA, afirmam que estamos apenas começando a arranhar a superfície do potencial da IA.

No entanto, com grande poder vem grande responsabilidade. Questões éticas, como o uso indevido de IA para deepfakes ou a automação que leva à perda de empregos, são preocupações reais que devem ser abordadas. Como disse o futurista Gerd Leonhard, "a tecnologia não tem ética, mas a sociedade sim". É crucial que as empresas que adotam a IA generativa também se comprometam com práticas éticas e responsáveis.

Em conclusão, o surgimento da IA generativa é um Cisne Negro que desafia as normas estabelecidas e abre um universo de possibilidades inexploradas. Para os empresários, não é apenas uma questão de se adaptar a essa nova realidade, mas de reimaginar e reinventar o futuro dos negócios. Aqueles que entenderem e abraçarem esse potencial poderão liderar a próxima onda de inovação e crescimento.

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